Geraldo Alckmin diz que deixará ministério até 4 de abril

Vice-presidente afirmou que saída segue exigência da lei eleitoral; papel na campanha de Lula ainda não está definido

O vice-presidente da República, Geraldo Alckmin, afirmou nesta quinta-feira (05) que deixará o comando do Ministério do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços no dia 4 de abril, prazo estabelecido pela legislação eleitoral para a desincompatibilização de ministros que pretendem disputar cargos nas eleições.

A declaração foi dada durante entrevista coletiva na sede da pasta, em Brasília, ao comentar os resultados da balança comercial de janeiro. Segundo Alckmin, a saída ocorrerá “na data da lei”. Ele ressaltou, porém, que o cargo de vice-presidente não exige afastamento.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva tem mantido conversas com o vice sobre a composição da chapa governista em São Paulo, especialmente para as disputas ao governo estadual e ao Senado.

As negociações também envolvem o ministro da Fazenda, Fernando Haddad. Até o momento, ainda não está definido qual será o papel de Alckmin na campanha de reeleição de Lula em 2026.

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