Moradores do Leme e de Copacabana enfrentam mais um apagão que atinge diversas ruas da região desde domingo. A concessionária Light informou que instalou geradores como medida provisória e que o fornecimento foi parcialmente restabelecido em alguns pontos, mas ainda não conseguiu identificar a causa da interrupção.
Equipes trabalham de forma ininterrupta desde a noite de domingo, quando os serviços teriam começado por volta das 23h. Funcionários que atuam na esquina das ruas Ministro Viveiro de Castro e Belford Roxo afirmam que os reparos seguem sem pausa, mas até o momento não há previsão para a normalização completa do fornecimento.
Busca pela origem do problema
Técnicos passaram a inspecionar bueiros e estruturas subterrâneas na tentativa de localizar a origem da falha. Segundo relato de um morador, os próprios profissionais indicaram que as perspectivas não são favoráveis e que talvez a energia não seja normalizada ainda hoje.
Nas redes sociais, moradores relataram que as vias mais afetadas são as ruas Duvivier, Ronald de Carvalho e Rodolfo Dantas, além de trechos da Barata Ribeiro nas proximidades. Na manhã desta segunda-feira, o clima era de apreensão, com moradores descendo às ruas para cobrar informações diretamente das equipes que atuam na área.
Geradores e casos emergenciais
Enquanto o problema não é resolvido, a Light estaria priorizando o uso de geradores para atender consumidores com problemas de saúde previamente cadastrados junto à concessionária. Na noite de domingo, circularam relatos de que pessoas teriam ficado presas em elevadores após a interrupção repentina do fornecimento.
A falta de energia também afeta estabelecimentos comerciais, embora ainda não haja estimativa oficial de prejuízos nesta nova ocorrência.
Histórico recente de falhas
Este é o segundo apagão registrado na região desde janeiro. No episódio anterior, moradores chegaram a ficar quase 50 horas sem energia elétrica. A demora no restabelecimento provocou protestos, com panelaços nas janelas e forte repercussão nas redes sociais.
Na ocasião, bares e restaurantes estimaram perdas de cerca de 1,35 milhão de reais, reacendendo críticas sobre a qualidade do serviço prestado na região. Agora, diante de mais uma interrupção prolongada, cresce a cobrança por soluções definitivas e maior transparência sobre as causas recorrentes das falhas no fornecimento.





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