Adrielly Malaquias Messias, de 17 anos foi morta na Cidade de Deus. A Polícia Civil investiga a acusação, feita por parentes, de que ela teria sido assassinada após anunciar o fim do relacionamento com um homem apontado como integrante do crime local.
Segundo a família, o ex-namorado de Adrielly não aceitou a separação. A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) assumiu o caso e esteve no local ainda na madrugada, iniciando as primeiras diligências para confirmar a motivação do assassinato. Os investigadores agora concentram esforços em ouvir testemunhas e coletar elementos que permitam entender a dinâmica do crime.
Investigação busca esclarecer contexto e autoria
Segundo a Polícia Civil, moradores da região e pessoas próximas à vítima já começaram a prestar depoimento. O objetivo é reconstruir os últimos momentos de Adrielly, identificar possíveis participantes e verificar se há de fato ligação com ordens de traficantes da comunidade. As diligências incluem a análise de imagens, oitivas e buscas por indícios que confirmem ou descartem a versão apresentada pela família.
A DHC afirma que trabalha com todas as hipóteses e que ainda é cedo para apontar conclusões. Entretanto, fontes ouvidas pela Rádio Tupi relatam que o ex-namorado seria conhecido por impor medo na região e manter vínculos com criminosos locais. A família insiste que a jovem vinha sofrendo pressões desde que decidiu terminar o relacionamento.
Clima de revolta e medo
Amigos e parentes de Adrielly têm usado as redes sociais para lamentar a perda precoce e cobrar justiça. O caso repercutiu na Cidade de Deus, onde moradores apontam que a influência do tráfico dificulta denúncias e atrapalha o avanço das investigações. Apesar disso, a DHC reforçou que continuará realizando diligências complementares nos próximos dias.
A polícia pede que qualquer informação relevante seja comunicada de forma anônima ao Disque Denúncia.






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