Familiares buscam informações sobre o paradeiro do pedreiro Dilson da Costa Cassimiro, de 64 anos, desaparecido desde o último dia 10 em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio. O idoso chegou a ser visto em dois hospitais na Baixada Fluminense. A Polícia Civil investiga o caso.
Segundo a família relatou à Agenda do Poder, Dilson saiu de casa na região de Augusto Vasconcelos no dia 10 e não retornou. No dia em que desapareceu, ele vestia blusa laranja e bermuda bege.
Conforme a sobrinha dele, Larissa da Cruz Cassimiro, de 29 anos, cerca de um mês antes do desaparecimento o idoso havia tido um quadro de isquemia. “Há um mês ele teve um quadro de isquemia, então estava um pouco confuso, mas até então estava tudo seguindo normal. Ele saiu e o pessoal começou a estranhar porque ele não retornou”, contou.
No dia 11, a família ainda acreditava que ele poderia estar em algum lugar próximo e iniciou as primeiras buscas. Na quinta-feira (12), familiares registraram boletim de ocorrência na 35ª DP (Campo Grande).
O idoso morava sozinho, trabalhava como pedreiro e recebia cuidados de uma enteada que vive no mesmo imóvel. Antes de desaparecer, no entanto, Dilson comentou que gostaria de visitar uma irmã que mora na Baixada Fluminense.
“Toda a minha família que mora lá está saindo para procurá-lo, ele não chegou. Essa é a única desconfiança que temos, porque ele ficava o tempo todo falando que queria ver a irmã dele”, afirmou Larissa.
Idoso visto em dois hospitais
Na sexta-feira (13), por volta das 20h30, os familiares receberam a informação de que Dilson havia sido encaminhado para o Hospital Municipal Dr. Moacyr Rodrigues do Carmo, em Duque de Caxias. Parentes foram até a unidade e receberam a informaram de que ele já havia sido liberado do hospital.
Posteriormente, a família recebeu outra informação indicando que o pedreiro teria sido levado por policiais a um hospital em Magé. Segundo os relatos, ele teria dado entrada na unidade durante a madrugada, mas saiu do local horas depois.
Desde então, a família tem realizado buscas em diferentes regiões, incluindo bairros de Magé, como Piabetá e Mauá, mas não localizaram o idoso. Pela sobrinha, ele foi descrito como uma pessoa “tranquila e normal de conversar”.
O caso foi registrado na 35ª DP (Campo Grande) e encaminhado à Delegacia de Descobertas de Paradeiros (DDPA), que dá prosseguimento às investigações. Segundo a Polícia Civil, diligências estão em andamento para localizá-lo.
Informações sobre o paradeiro de Dilson também podem ser reportadas ao número 2196432-7645 (Larissa).
*Estagiária sob supervisão de Thiago Antunes






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