Uma mulher foi presa nesta sexta-feira (24), em Campo Grande, Zona Oeste do Rio, suspeita de exercer ilegalmente a medicina ao utilizar o número de registro profissional (CRM) de outra médica. A prisão foi realizada por agentes da 35ª DP após denúncia feita por uma oftalmologista, que identificou o uso indevido de seus dados por uma pessoa com nome semelhante.
A suspeita, identificada como Mariana Borges Prado, atuava em uma clínica de assistência a idosos, onde se apresentava como médica utilizando carimbo com o CRM da profissional denunciante. A diferença entre os nomes era apenas no último sobrenome.
Denúncia partiu de médica com nome semelhante
A investigação teve início quando a oftalmologista percebeu que seu registro estava sendo utilizado sem autorização. Ao apurar o caso, a polícia constatou que a suspeita vinha se passando por médica em atendimentos regulares na unidade de saúde.
Segundo os agentes, a estratégia da mulher envolvia justamente a semelhança nos nomes para evitar suspeitas e facilitar o uso indevido do registro profissional.
Suspeita alegou ser estudante, mas versão foi desmentida
Ao ser levada à delegacia, Mariana Borges Prado afirmou ser estudante de medicina. No entanto, a instituição de ensino mencionada por ela negou qualquer vínculo acadêmico com a suspeita.
Nas redes sociais, ela se apresentava como “Drª” e utilizava termos relacionados à área da saúde para reforçar a falsa identidade profissional.
Crimes e investigação continuam
De acordo com a Polícia Civil, a mulher vai responder pelos crimes de exercício ilegal da medicina e falsidade ideológica. As autoridades seguem investigando o caso para identificar possíveis danos causados a pacientes atendidos por ela.
Até a última atualização desta reportagem, a defesa da suspeita não havia sido localizada.





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