Em 2023, quase 23 mil medidas protetivas foram dadas a mulheres vítimas de violência e Botão do Pânico foi acionado 91 vezes no RJ

Além das medidas protetivas, o DGPAM apreendeu 137 armas, efetuou 943 prisões e indiciou mais de 12,2 mil pessoas por violência contra mulheres.

Para se protegerem de violências domésticas, as mulheres costumam receber medidas protetivas e, em caso do agressor ser monitorado por tornozeleira eletrônica, utilizarem o Botão do Pânico.

Somente no ano passado, a ferramenta foi acionada 91 vezes em todo o estado, segundo a Secretaria de Administração Penitenciária (Seap). Já o Departamento-Geral de Polícia de Atendimento à Mulher (DGPAM) conta que foram entregues quase 23 mil medidas protetivas.

O botão, administrado pela Seap, acompanha vítimas cujo agressor responde em liberdade e com uso de tornozeleira eletrônica. A secretaria informa que monitora 134 agressores, todos com histórico de violência doméstica.

Uma vez pressionado, o dispositivo aciona a central do 190, da Polícia Militar, que direciona imediatamente uma viatura até a vítima. Na capital, a predominância de acionamentos acontece na Tijuca, com quatro monitoradas, Taquara, Copacabana e Jardim Guanabara, todos esses com três mulheres.

A secretária de Estado de Administração Penitenciária Maria Rosa Lo Duca Nebel reforça que o monitoramento dos agressores são importantes para tirá-los da “escuridão”.

— As mulheres não estão mais sozinhas na luta contra a violência doméstica. A partir do sistema de monitoração eletrônica, os agressores, antes ocultos nas sombras, agora estão sob olhar constante das forças de segurança pública do Rio de Janeiro, a postos 24 horas para agir em defesa da vida daquelas que eles perseguem — afirma.

Além das 23 mil medidas protetivas, o DGPAM apreendeu 137 armas e efetuou 943 prisões, entre flagrantes e mandatos, além de ter indiciado mais de 12,2 mil pessoas.

Com informações do GLOBO.

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