Durante ato na Paulista, governadores se afastaram quando Malafaia atacou STF; “cambada de frouxos”, reage pastor

O pastor negou que tenha feito ataques ao STF e a Moraes, afirmando ter apenas mostrado “fatos”. Ele desafiou que digam “onde eu menti” e disse que não chamou Moraes de “ditador da toga”

Durante o ato na Avenida Paulista nesse domingo (25), três dos quatro governadores presentes se afastaram do pastor Silas Malafaia no momento em que o líder religioso começou a criticar o Supremo Tribuna Federal (STF) e o ministro Alexandre de Moraes. Segundo Igor Gadelha, no Metrópols, apenas o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) manteve-se próximo a Malafaia, ao contrário de Ronaldo Caiado (União-GO), Jorginho Mello (PL-SC) e Romeu Zema (Novo-MG), que se retiraram da área de discursos.

Em resposta, Malafaia elogiou Tarcísio e chamou de “frouxos, covardes e X-9” os demais governadores.

Malafaia iniciou sua fala repudiando as declarações do presidente Lula com críticas a Israel. Todos os governadores estavam presentes na parte superior do trio elétrico nesse momento.

Em seguida, o pastor passou a criticar o STF e Moraes. Foi quando os governadores Caiado, Mello e Zema saíram.

“O pastor afirmou ainda que Moraes disse que a extrema-direita tem que ser combatida na América Latina. E completou: “Como ministro do STF tem lado? Ele não tem que combater nem extrema-direita nem extrema esquerda. Ele é guardião da Constituição”.

Também disse que “o presidente do STF, ministro Barroso disse “nós derrotamos o bolsonarismo. Isso é uma vergonha, é uma afronta ao povo. Eu quero dizer: sabe quem é o supremo poder dessa nação? O povo. Todos nós temos que nos submeter ao povo”.

Procurados para comentar o motivo do afastamento, Caiado, Zema e Jorginho não responderam.

“Cambada de frouxos, covardes e X9. São caras que estão ali, mas não estarão ali. Eles desceram porque são frouxos. Deixo aqui o registro do meu respeito ao Tarcísio, porque não compactuou com a molecagem”, afirmou Malafaia.

O pastor negou que tenha feito ataques ao STF e a Moraes, afirmando ter apenas mostrado “fatos”. Ele desafiou que digam “onde eu menti” e disse que não chamou Moraes de “ditador da toga”, não pediu seu impeachment e nem disse que ele deve ser preso.

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