Delegado federal que comanda segurança de Lula diz que situação do petista é considerada de “risco máximo”

Desde que foi oficializado como candidato à presidência, Lula passou a contar com segurança permanente da Polícia Federal. O delegado encarregado do comando disse que a situação de Lula foi classificada como de”risco máximo”, o que exige presença permanente ao seu lado, até mesmo em atividades de rotina. É o que conta Mônica Bérgamo, da…

Desde que foi oficializado como candidato à presidência, Lula passou a contar com segurança permanente da Polícia Federal. O delegado encarregado do comando disse que a situação de Lula foi classificada como de”risco máximo”, o que exige presença permanente ao seu lado, até mesmo em atividades de rotina.

É o que conta Mônica Bérgamo, da Folha.

A Polícia Federal começou a fazer a segurança do ex-presidente Lula na campanha eleitoral.

A entrada dos agentes do órgão no esquema de proteção ao petista foi definida na sexta (22), um dia depois da homologação dele como candidato pelo PT.

Os policiais começaram a atuar no mesmo dia, engrossando uma equipe que tem também integrantes do GSI (Gabinete de Segurança Institucional) – como ex-presidente, Lula tem direito à proteção do órgão.

Três delegados da PF, escolhidos por consenso entre a campanha de Lula e a instituição federal, serão os responsáveis pela segurança, que pode reunir dezenas de policiais — o número é tratado como sigiloso.

Os delegados são Andrei Passos Rodrigues, Rivaldo Venâncio e Alexsander Oliveira. Rodrigues será o coordenador da equipe. Oliveira, o chefe operacional, e Venâncio, operacional substituto.

O coordenador da equipe fez a segurança da ex-presidente Dilma Rousseff em 2010.

O esquema de segurança e os nomes dos agentes destinados para a missão vinha sendo discutido desde junho com o PT. Os policiais, no entanto, só poderiam entrar em ação depois da homologação da candidatura.

A PF assinou um protocolo com a campanha de Lula, representada pelo  advogado Cristiano Zanin, na própria sexta (22). E explicou, na ocasião, que a situação do ex-presidente foi classificada no nível de risco máximo –ou seja, ele terá que ser acompanhado diariamente por uma segurança reforçada em todos os eventos a que comparecer, e até mesmo em atividades rotineiras.

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