Pesquisa Datafolha para a Prefeitura do Recife, divulgada neste sábado (5), mostra João Campos (PSB) com 80% das intenções de votos válidos, o que lhe daria vitória no primeiro turno.
Há um empate técnico na segunda colocação. Gilson Machado (PL) tem 10% dos votos válidos, Daniel Coelho (PSD), 6%, e Dani Portela (PSOL), 4%.
Pesquisa Datafolha para a Prefeitura do Recife, divulgada neste sábado (5), mostra João Campos (PSB) com 80% das intenções de votos válidos, o que lhe daria vitória no primeiro turno.
Há um empate técnico na segunda colocação. Gilson Machado (PL) tem 10% dos votos válidos, Daniel Coelho (PSD), 6%, e Dani Portela (PSOL), 4%.
O Datafolha entrevistou 1.684 eleitores no Recife nos dias 4 e 5 de outubro. A margem de erro da pesquisa é de dois pontos percentuais para mais ou para menos. O nível de confiança é de 95%. O levantamento foi encomendado pela Folha e pela TV Globo e tem o protocolo PE-08828/2024 na Justiça Eleitoral.
Votos totais
Nos votos totais, João Campos está com 75% das intenções de voto. No levantamento divulgado na quinta (3), o atual prefeito marcava 74%. Houve variação dentro da margem de erro.
Gilson Machado tem 10% das intenções de voto, mesmo percentual da pesquisa anterior. Daniel Coelho manteve os 5%. Dani Portela tem 3% — no levantamento anterior, tinha 4%.
Tecio Teles, Ludmila e Simone Fontana não atingiram 1% das intenções de voto. Victor Assis não foi citado.
Disseram que votariam em branco, nulo ou nenhum 4% dos entrevistados, e 2% responderam que não sabem em quem votariam.
Na pesquisa espontânea, quando o entrevistador não fornece os nomes dos candidatos, João Campos tem 64% das intenções de voto –1% disse que votaria “no atual”.
Gilson Machado tem 8%, Daniel Coelho, 3%, e Dani Portela, 3%. Outras respostas somaram 9%, enquanto branco, nulo e nenhum são 4%. Outros 9% dos entrevistados disseram que não sabem em quem votariam.
Na pesquisa divulgada na quinta (3), João Campos tinha 62%, Gilson, 7%, Dani Portela, 4%, e Daniel Coelho, 2% na espontânea.
O atual prefeito liderou todas as pesquisas do Datafolha desde o início da campanha. Ele usou o período eleitoral para defender ações do seu primeiro mandato, sobretudo o aumento em vagas de creches, construção de parques e praças e obras estruturais, como pontes.
Apoiado pelo presidente Lula (PT), o candidato à reeleição não expôs a imagem do petista no rádio e na televisão. Com isso evitou afastar eleitores de direita, incluindo bolsonaristas.
A folga nas pesquisas o permitiu para emplacar o ex-chefe de gabinete e amigo Victor Marques (PC do B) como candidato a vice na sua chapa. A vaga era cobiçada pelo PT, que foi preterido, em razão da possibilidade de João Campos renunciar ao cargo em abril de 2026 para ser candidato a governador.
O prefeito não assumiu compromisso durante entrevistas à imprensa de seguir na prefeitura até o fim do mandato. A cobrança por uma posição foi um dos motes da oposição no começo da campanha eleitoral.
Com informações da Folha de São Paulo





