Em julgamento nesta terça-feira, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pode vir a afastar o coordenador da Operação Lava-Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. De autoria da senadora Kátia Abreu (PP-TO), a ação defende o afastamento do procurador“a bem do interesse público”. Dallagnou foi flagrado em conversas comprometedoras com o ex-juiz Sérgio Moro, reveladas pelo
site Intercept, que retiraram a credibilidade de sua atuação na força-tarefa.
Neste julgamento, os 11 conselhei que fazem parte do colegiado decidirão se o CNMP abre ou não um processo para avaliar se Dallagnol deve ser removido do MPF na capital paranaense. O presidente do conselho é o procurador-geral da República, Augusto Aras, que nos últimos meses entrou em conflito com a força-tarefa.
Tudo começou em junho, quando Aras deu aval para que uma de suas auxiliares mais próximas, a subprocuradora Lindora Araújo, responsável pela Lava-Jato na Procuradoria-Geral da República (PGR), fosse até Curitiba para recolher dados sigilosos da operação sem que os integrantes da força-tarefa tivessem conhecimento. Além disso, Aras já chamou a Lava-Jato de uma “caixa de segredos” e reclamou que “não se pode imaginar que uma unidade institucional se faça com segredos”.
Dallagnol pode ser afastado da Lava Jato a bem do interesse público
Em julgamento nesta terça-feira, o Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) pode vir a afastar o coordenador da Operação Lava-Jato em Curitiba, Deltan Dallagnol. De autoria da senadora Kátia Abreu (PP-TO), a ação defende o afastamento do procurador“a bem do interesse público”. Dallagnou foi flagrado em conversas comprometedoras com o ex-juiz Sérgio Moro, reveladas pelosite…






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