Crise política leva presidente de Portugal a dissolver Parlamento e antecipar eleições para março

Primeiro-ministro António Costa renunciou ao cargo, após se envolver em escândalo de corrupção, em novembro de 2023. Chefe de gabinete e amigo do primeiro-ministro foram presos

O presidente de Portugal, Marcelo Rebelo de Sousa, dissolveu o Parlamento e nesta segunda-feira (15) e marcou eleições legislativas para 10 de março, após a renúncia do primeiro-ministro António Costa, envolvido em um escândalo de corrupção.

Costa, do Partido Socialista, pediu demissão em novembro de 2023, depois que o Ministério Público abriu uma investigação sobre sua participação em projetos de lítio e hidrogênio. O chefe de gabinete de Costa, Vítor Escária, e um empresário amigo dele, Diogo Lacerda Machado, foram presos em uma operação que fez 40 buscas, inclusive na residência oficial do premiê.

Rebelo de Sousa, do Partido Social Democrata, disse que a dissolução do Parlamento e a antecipação das eleições foram necessárias para garantir a estabilidade política do país.

Com informações de Brasil 247

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