O corpo do fotógrafo mineiro Flávio de Castro Sousa, de 36 anos, foi encontrado no rio Sena, em Paris, no último sábado (4). Flávio estava desaparecido desde 26 de novembro de 2023, data em que deveria retornar ao Brasil. De acordo com amigos, a principal hipótese para a morte é afogamento, sem indícios de violência.
Após o desaparecimento, as autoridades francesas realizaram buscas em necrotérios e hospitais, enquanto um adido da Polícia Federal brasileira analisava as bagagens da vítima. Amigos e familiares também se mobilizaram para tentar localizar Flávio.
Quem era Flávio de Castro Sousa
Residente de Belo Horizonte, Flávio era formado em artes plásticas pela Escola Guignard, da Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), e sócio da empresa Toujours Fotografia. Conhecido artisticamente como Flávio Carrilho, ele era um entusiasta da fotografia analógica e costumava viajar com frequência à Europa a trabalho.
Flávio havia chegado a Paris no início de novembro e tinha passagem de volta marcada para o mesmo dia em que desapareceu. Suas últimas postagens nas redes sociais, feitas em 25 de novembro, incluem imagens em frente ao Museu do Louvre e outros pontos turísticos da cidade, como a Catedral de Notre-Dame e a Pont Neuf.
O fotógrafo foi visto pela última vez em um apartamento alugado na Rue des Reculettes. Embora seu check-in no voo de retorno ao Brasil tenha sido registrado, ele não embarcou. Um amigo próximo relatou ter recebido uma mensagem de um conhecido francês informando que Flávio teria sofrido um acidente e sido atendido no Hôpital Européen Georges-Pompidou no dia de seu desaparecimento.
O caso permanece sem detalhes conclusivos sobre as circunstâncias da morte.
Com informações do g1





