Convocado a depor pela PF, Anderson Torres não ficará calado, afirma defesa de ex-ministro de Bolsonaro

Torres foi preso no início do ano passado sob a suspeita de omissão nos eventos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos três Poderes foram invadidas e depredadas

O ex-ministro da Justiça, Anderson Torres, convocado pela Polícia Federal para depor nessa quinta-feira (22), na sede da corporação em Brasília, para prestar depoimento, não permanecerá em silencia, afirmou a defesa do ex-ministro da Justiça do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).

“[Ele] responderá a todos os questionamentos da Polícia Federal”, afirmou o advogado do ex-ministro. Além disso, Anderson Torres reafirma sua disposição em cooperar com as investigações e esclarecer quaisquer dúvidas, demonstrando ser o maior interessado na apuração imparcial dos fatos.

A defesa também ressaltou que o ex-ministro tem cumprido rigorosamente as medidas cautelares determinadas pela Justiça.

Torres foi preso no início do ano passado sob a suspeita de omissão nos eventos golpistas ocorridos em 8 de janeiro de 2023, quando as sedes dos três Poderes foram invadidas e depredadas.

No mesmo dia, está previsto o depoimento de Bolsonaro e de outros ex-integrantes de seu governo, suspeitos de participar da trama golpista para impedir  posse do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva. Entretanto, a defesa solicitou o adiamento, alegando que não teve acesso à íntegra dos autos, incluindo conversas registradas em decisões de operações relacionadas ao caso.

Com base em inquéritos em andamento no Supremo Tribunal Federal (STF), a operação trabalha com a hipótese de que os envolvidos se dividiam em seis núcleos, atuando de forma coordenada para impedir a posse do presidente Lula.

Com informações do g1

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