O Conselho de Ética e Decoro Parlamentar da Câmara dos Deputados decidiu nesta segunda-feira (24) adiar a oitiva de três testemunhas no processo que pode levar à cassação do mandato de Chiquinho Brazão (Sem partido-RJ) por quebra de decoro. O requerimento foi protocolado pelo Psol.
Chiquinho Brazão está preso, desde março deste ano, em uma penitenciária federal de segurança máxima, acusado de ser um dos mandantes do assassinato da ex-vereadora do Rio de Janeiro Marielle Franco (Psol) e do motorista parlamentar Anderson Gomes.
Na audiência, a relatora do processo no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, deputada Jack Rocha (PT-ES), iria ouvir o Procurador-Geral da República, Paulo Gonet, a Sub-procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, além do deputado federal Tarcísio Motta (Psol-RJ). A nova data da oitiva ainda não foi divulgada.
O ex-conselheiro do Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ) Domingos Brazão, e o ex-chefe da Polícia Civil do Rio de Janeiro delegado Rivaldo Barbosa também foram presos pela Polícia Federal (PF), por suposta participação nos assassinatos de Marielle e Anderson Gomes, que ocorreu em março de 2018, na região central do Rio de Janeiro. Na época, Chiquinho Brazão também era vereador.





