Conheça o mergulhador do Comando Vermelho que escondia drogas em cascos de navio para trafico internacional

O mergulhador Emerson Gonçalves Buckmann, de 49 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira numa operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, ele ligado ao Comando Vermelho e era responsável por ocultar drogas em cascos de navios. Os entorpecentes seriam traficados para a Europa. Além de Emerson, outro alvo também foi…

O mergulhador Emerson Gonçalves Buckmann, de 49 anos, foi preso na manhã desta quarta-feira numa operação da Polícia Federal no Rio de Janeiro. Segundo as investigações, ele ligado ao Comando Vermelho e era responsável por ocultar drogas em cascos de navios. Os entorpecentes seriam traficados para a Europa. Além de Emerson, outro alvo também foi preso por envolvimento no esquema.

A ação, denominada Novos Rumos, foi deflagrada contra uma organização criminosa suspeita de enviar cocaína pura à Europa, por meio de navios. No decorrer da investigação, agentes apreenderam cerca de uma tonelada e meia da droga.

 Essa, no entanto, não é a primeira vez que a PF apreende drogas em casco de embarcações no estado do Rio. Em julho de 2021, cerca de 400 kg de cocaína foram encontrados numa fiscalização de rotina no Porto de Itaguaí, na Região Metropolitana.

O material entorpecente, antes de seguir viagem em embarcações, era armazenado em depósitos no interior de comunidades do Rio. Para acessar os navios, os criminosos contavam com a ajuda de funcionários contratados do porto, que mostravam as rotas para os traficantes.

Além disso, a organização conta também com mergulhadores, que ficavam responsáveis por prender a droga nos cascos dos navios. Dois são alvos de mandados de prisão na ação desta quarta-feira e um deles foi preso ainda nesta manhã. Ao todo, a operação teve como principal objetivo cumprir quatro mandados de prisão preventiva e seis de busca e apreensão.

No balanço parcial divulgado pela Polícia Federal, além de duas prisões, foram cumpridos os seis mandados de busca, o que resultou em apreensão de carro, telefones celulares, computadores e documentos.

O nome da ação se deve ao fato de a principal facção criminosa do Rio de Janeiro apresentar uma nova frente de atuação no tráfico de entorpecentes, abrangendo também o tráfico internacional de drogas.

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