O primeiro prazo dado pelo governo para que a Changi, que controla a concessionária RIOgaleão, se manifestasse sobre o processo de devolução do aeroporto internacional do Rio terminou ontem.
A empresa deveria dizer se quer ou não continuar com o ativo. O Ministério dos Portos e Aeroportos informou que a empresa não se manifestou formalmente dentro do prazo. Procurada, a RIOgaleão informou que não comentaria o assunto, segundo reportagem do Globo on-line.
Caso desistisse de devolver o aeroporto à União, a concessionária precisaria voltar a recolher a outorga, fixada em R$ 1,3 bilhão, que venceu em maio. O prazo de ontem, porém, poderia ser reaberto, a depender de uma decisão do Tribunal de Contas da União (TCU).
O governo consultou a Corte para saber se é possível que os concessionários desistam dos processos de devolução de ativos para negociar contratos mais favoráveis. Em fevereiro, a Changi — que controla a concessionária RIOgaleão — manifestou a intenção de desistir do processo de devolução, mas não formalizou o plano às autoridades competentes.
A empresa buscava renegociar os termos do contrato, fixados com base em premissas sobre movimentação de passageiros que não se confirmaram.






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