Como Sérgio Moro vai explicar o antissemitismo e tolerância ao nazismo do MBL, grupo que o apoia?

A manifestação de tolerância do deputado Kim Kataguiri com a existência de um partido nazista e com a defesa de ideias nazistas está longe de ser a primeira manifestação de caráter fascista do MBL, o movimento que, incensado pela imprensa tradicional, contribuiu para o golpe de 2016, para a eleição de Bolsonaro e, agora, é…

A manifestação de tolerância do deputado Kim Kataguiri com a existência de um partido nazista e com a defesa de ideias nazistas está longe de ser a primeira manifestação de caráter fascista do MBL, o movimento que, incensado pela imprensa tradicional, contribuiu para o golpe de 2016, para a eleição de Bolsonaro e, agora, é aliado o ex-juiz Sérgio Moro, participando ativamente de sua pré-campanha.

Segundo o Painel da Folha, uma postagem de um dos líderes do MBL na Bahia gerou protestos de grupos judaicos, por expressar o desejo de que o Estado de Israel “seja destruído por uma grande guerra”.

A postagem foi feita no mês passado por Ricardo Almeida, coordernador do movimento na Bahia. “Há muito antijudaísmo conspiratório circulando no mundo islâmico, mas o vínculo não é necessário. Eu mesmo não tenho qualquer laivo antissemita e desejo que o Estado de Israel seja destruído por uma grande guerra, quando a perspectiva de guerra vitoriosa contra Israel existir”, escreveu ele.

O texto foi rebatido, entre outros, pelo grupo Juventude Judaica, que disse que a postagem era antissemita. “Chega de antissemitismo! Se você quer que o único país judaico do mundo seja destruído então você quer que os judeus também sejam. É isso, não vamos aceitar mais nos dias de hoje e nem no Brasil”, escreveu o grupo.

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