Um plano habitacional para quem foi atingido pelas inundações, integrando os governos municipal, estadual e federal; o aperfeiçoamento do sistema de sirene e alerta, envolvendo os órgãos e representantes das comunidades; e um grupo de trabalho com representantes da sociedade civil. Essas foram algumas das medidas definidas pela Comissão de Defesa do Meio Ambiente, da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), em audiência pública com os moradores de São Gonçalo, para reduzir os impactos das chuvas.
O evento, realizado para debater formas de combate e prevenção às enchentes na cidade, aconteceu no fim de semana na Faculdade de Formação de Professores da Universidade do Estado do Rio (FFP-UERJ), no bairro do Patronato, e reuniu cerca de 600 pessoas. O colegiado também fará visitas às secretarias responsáveis pelas áreas de habitação e ambiental.
Integrante do colegiado, o deputado Professor Josemar (PSol) informou que, de 2010 a 2019, a cidade registrou 141 pontos de alagamento, oito de enchentes e 12 deslizamentos. “Nas chuvas de 2023, muitas pessoas ficaram desabrigadas e, até hoje, enfrentam problemas com o recebimento do aluguel social”, disse o parlamentar.
Também participaram da audiência a deputada federal e integrante da Comissão de Desastres e Catástrofes Ambientais da Câmara Federal, Fernanda Melchionna (Psol-RS); o subsecretário de Estado de Cidades, Pedro Henrique de Oliveira; o secretário municipal de Meio Ambiente de São Gonçalo, Carlos Afonso; e o subsecretário municipal de Defesa Civil, major Felipe Assumpção.





