O presidente Jair Bolsonaro ficou sensibilizado com as manifestações do governador Cláudio Castro e do prefeito eleito, Eduardo Paes, no sentido de que vete o parágrafo, do novo Plano de Recuperação Fiscal aprovado pelo Congresso, que impede o refinanciamento dos R$ 4,5 bilhões devidos ao BNP Paribas pelo Governo do Estado. A restrição foi incluída ao projeto original a pedido do ministro Paulo Guedes.
Se Bolsonaro concretizar o veto, o montante será repactuado por 30 anos e o Governo do Rio poderá usar os R$ 4,5 bilhões em investimentos imediatos quando se efetivar a concessão da Cedae. O texto tal qual aprovado confisca para a União – avalista da operação com BNP Paribas – todo o valor do empréstimo no momento da outorga da privatização.
Autor do projeto original de ajuda aos estados na renegociação da dívida com a União, o deputado Pedro Paulo (DEM) apresentou também uma emenda supressiva, de modo a excluir a súbita mudança prejudicial do Rio.
Interlocutores do Senador Flávio Bolsonaro adiantam que o filho do presidente está inteiramente convencido da necessidade de se efetivar o veto. As mesmas fontes revelam também que Jair Bolsonaro se mostrou sensível às ponderações dos representantes da classe política fluminense.
Nesta quinta-feira, em postagem no Twitter, Eduardo Paes defendeu a imediata sanção do novo plano de recuperação fiscal e o veto do parágrafo inspirado nos apelos de Paulo Guedes contra os interesses do Rio.
Classe política se mobiliza para Bolsonaro vetar emenda de Paulo Guedes que prejudica o Rio
O presidente Jair Bolsonaro ficou sensibilizado com as manifestações do governador Cláudio Castro e do prefeito eleito, Eduardo Paes, no sentido de que vete o parágrafo, do novo Plano de Recuperação Fiscal aprovado pelo Congresso, que impede o refinanciamento dos R$ 4,5 bilhões devidos ao BNP Paribas pelo Governo do Estado. A restrição foi incluída…






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