A Prefeitura do Rio de Janeiro nomeou cinco ruas de Barros Filho, na Zona Norte da cidade, em homenagem a mulheres brasileiras que lutaram por liberdade e direitos.
A iniciativa é da Comissão Carioca de Nominação dos Logradouros e Equipamentos Públicos (CCNLEP), da Secretaria Municipal de Planejamento Urbano.
As informações são de Ancelmo Góis, no Globo on-line.
Veja quem são as mulheres brasileiras homenageadas:
Rua Esperança Garcia: Negra escravizada. Em 2017 foi reconhecida como a primeira advogada do Piauí, autora do primeiro Habeas Corpus registrado no Brasil. Substituirá, o logradouro antes conhecido como Travessa 3 Irmãos ou Beco 3 Irmãos;

Travessa Maria do Jongo: Nasceu no morro da Serrinha, em Madureira. Umbandista e guardiã do ritmo de origem Bantu, o jongo. Substituirá o logradouro antes conhecido como Travessa Bom Pastor;

Rua Eva Maria de Bonsucesso: Mulher negra alforriada. Trabalhava como quitandeira nas ruas do Rio de Janeiro quando enfrentou o sistema escravocrata. Substituirá o logradouro antes conhecido como Avenida São João ou Beco São João;

Travessa Teresa de Benguela: Heroína negra e líder do Quilombo Quaritetê ou do Piolho, na atual fronteira entre Mato Grosso e Bolívia. Substituirá o logradouro antes conhecido como Rua Dona Cecília ou Beco Santa Cecília;

Travessa Narcisa Amália: Poeta, professora e jornalista. Publicou artigos em defesa de ideais republicanos, democratas, abolicionistas e feministas. Substituirá o logradouro antes conhecido como Travessa Boa Vista.







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