A Controladoria Geral da União (CGU) vai averiguar o uso, durante o governo de Jair Bolsonaro, de um sistema de monitoramento da localização de cidadãos em todo o território nacional pela Agência Nacional de Inteligência (Abin) .
A CGU tem a função de acompanhar a execução de ações disciplinares que visem à apuração de responsabilidades administrativas de servidores públicos. O órgão, comandado pelo ministro Vinicius de Carvalho, vai avaliar como pode atuar no caso para apurar a responsabilidade de servidores.
Nos três primeiros anos do governo Bolsonaro a Abin operou um sistema secreto que permite espionar celulares de até 10 mil cidadãos simultaneamente. O programa Fisrt Mile usa tecnologia israelense. A prática levou a questionamentos dentro da própria agência.
No governo Bolsonaro, a Abin fica subordinado ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI), comandado pelo general Augusto Heleno.
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