Castro e Paes estão em clima de ‘só love, só love’

Não se surpreendam se o approach evoluir para um projeto eleitoral comum

Nunca estiveram tão boas as relações entre o governador Cláudio Castro e o prefeito Eduardo Paes. As rusgas do período eleitoral ficaram definitivamente para trás.

Os dois principais líderes políticos do Rio se mostram absolutamente afinados. Com a reaproximação, foram estabelecidas as pré-condições para parcerias em projetos  entre administração municipal  e o governo do estado.

Quem certamente ganhará com a retomada do diálogo é a sociedade carioca.

Na campanha eleitoral de 2024, Castro e Paes trocaram chumbo grosso. O prefeito, então candidato à reeleição, afirmara que o governador era apoiador de Ramagem, ligado a Wilson Witzel e responsável por uma política de segurança desastrosa.

 Castro, por sua vez, retrucara classificando o alcaide de traidor.  “Eduardo é o maior colecionador de traições da história do Brasil: já traiu Cesar Maia, Lula, Dilma, Pezão e o seu sócio e pai, Sérgio Cabral”, afirmara à época.

Hoje, os arranca-rabos fazem parte do passado recente da política fluminense. Ficaram circunscritos aos anais das eleições de 2024.

O clima entre os dois, agora, como diria Claudinho e Bochecha, é ‘só love, só love’.

Não se surpreendam se o approach evoluir para um projeto eleitoral comum.

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