A campanha de Bolsonaro passou a disparar milhões de informações mentirosas por meio das quais tenta convencer os eleitores a não comparecer à votação no dia 30.
Se no primeiro turno das eleições os ataques contra a Justiça Eleitoral tinham como alvo as urnas eletrônicas e o possível resultado do pleito, com a confirmação do segundo turno, as fake news têm como objetivo aumentar o número de abstenções.
Desde 3 de outubro, além dos ataques entre candidatos e das tentativas de descredibilizar os concorrentes, as mentiras têm aparecido como forma de “instruções” eleitorais.
Nos grupos de família e nas redes sociais, layouts de sites ou de jornais são copiados para confundir ao eleitor. Duas desinformações que mais têm circulado são sobre o voto em si, no próximo 30/10.
Circulou nas redes que eleitores do candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não precisavam ir às urnas no segundo turno, pois o voto em primeiro turno já estaria garantido e contabilizado nos equipamentos.
Houve, ainda, milhares de compartilhamentos de que aqueles que não votaram no primeiro turno estariam impedidos de comparecer às urnas no segundo.
Também foi inventado que aposentados e pensionistas deveriam votar em determinado candidato à presidência da República para ter a prova de vida validada pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Todas essas “informações” são falsas. A Justiça Eleitoral desmentiu essas notícias por meio de sua checagem de dados, o Fato ou Boato. Veja exemplos de fakes desmentidas pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) após o primeiro turno:
Como as informações circulam rapidamente no meio digital, checar o que é compartilhado é um dos primeiros passos para não cair em fake news. O Tira-Dúvidas do TSE no WhatsApp também é uma opção. Diante da quantidade de denúncias de desinformação, a Corte Eleitoral abriu um canal para ajudar quem quer conferir dados corretos sobre as eleições 2022 antes de passar fake news para a frente.
Com informações do Metrópoles.





