O Bradesco irá pedir acesso às investigações conduzidas pelo Ministério Público em torno do rombo contábil de cerca de R$ 20 bilhões das Lojas Americanas.
A instituição sustentará que, como vítima que pode ter um prejuízo estimado em R$ 4 bilhões, deve ter garantido o acesso às diligências do órgão.
De acordo com o advogado do banco, José da Costa, ex-secretário da Justiça de São Paulo, há evidências de práticas criminosas e de que o trio bilionário de acionistas, formado por Jorge Paulo Lemann, Marcel Telles e Beto Sicupira, estava ciente dos delitos.
A informação é de Mônica Bergamo na Folha de S.Paulo.





