Barroso é internado em São Paulo por causa de intoxicação alimentar durante viagem à França

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal apresentou desidratação e alteração temporária na função dos rins, mas tem evolução clínica considerada satisfatória

O ex-presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso está internado em São Paulo após apresentar um quadro de intoxicação alimentar provocado por uma bactéria durante viagem acadêmica à França.

Segundo informações divulgadas pela assessoria do ministro aposentado, a infecção causou desidratação, que afetou temporariamente o funcionamento dos rins. Por causa do quadro, Barroso precisou ser hospitalizado para receber acompanhamento médico.

O magistrado estava em Paris quando apresentou os sintomas. Após o atendimento, ele foi transferido para São Paulo, onde permanece sob os cuidados da médica Ludhmila Hajjar.

Quadro de saúde apresenta evolução satisfatória

De acordo com a assessoria de Barroso, o ex-ministro apresenta boa evolução clínica e responde de maneira positiva ao tratamento. A expectativa é de que ele tenha alta hospitalar nos próximos dias.

A desidratação provocada pela infecção comprometeu temporariamente a função renal, o que levou à necessidade de internação e monitoramento médico. Apesar da situação, a avaliação divulgada é de que o quadro evolui de forma satisfatória.

A perspectiva, segundo as informações repassadas pela assessoria, é de recuperação rápida. Não foram divulgados detalhes adicionais sobre o hospital onde o ex-ministro está internado.

Barroso deixou o Supremo em outubro de 2025

Luís Roberto Barroso se aposentou do STF em outubro de 2025, pouco depois de encerrar um mandato de dois anos na presidência da Corte. A saída abriu uma vaga no tribunal, que ainda não foi preenchida.

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva chegou a indicar o advogado-geral da União, Jorge Messias, para ocupar a cadeira. A indicação, porém, foi rejeitada pelo Senado Federal.

Desde então, o governo ainda não apresentou um novo nome para a vaga. Com isso, o Supremo Tribunal Federal segue funcionando com dez ministros, cenário que pode se consolidar como o período mais longo de composição reduzida desde a redemocratização do país.

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