Ato na Cinelândia defende Cozinhas Solidárias e deputada critica ‘ataques’ à iniciativa

Movimentos sociais e organizações pedem apoio público e institucionalização do programa de combate à fome.

Movimentos populares e organizações sociais realizaram um ato na Cinelândia, no Rio de Janeiro, na segunda-feira (24), para defender as Cozinhas Solidárias e protestar contra o que classificaram como “ataques” à iniciativa. O evento reuniu manifestantes que pedem maior apoio do poder público e a institucionalização do programa de combate à fome.

O Movimento dos Trabalhadores Sem Teto (MTST) lançou um manifesto durante o ato, destacando a importância das cozinhas comunitárias no fornecimento de alimentação para pessoas em situação de vulnerabilidade. O documento foi lido no plenário da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), nesta terça-feira (25), pela deputada Renata Souza (Psol). Ele ressalta a necessidade de proteger e fortalecer essas iniciativas.

A deputada, autora do Projeto de Lei das Cozinhas Solidárias no estado, esteve presente no ato e criticou a “criminalização” e os “ataques” às cozinhas. Segundo a deputada, as cozinhas solidárias representam uma resposta efetiva à fome e à exclusão social, garantindo acesso à alimentação saudável para a população mais vulnerável.

O projeto proposto por ela busca transformar as Cozinhas Solidárias em uma política pública permanente, com apoio estrutural e recursos garantidos. A proposta visa assegurar o direito à alimentação para todos, reconhecendo a importância das cozinhas solidárias no combate à fome.

A manifestação na Cinelândia expressou a preocupação dos movimentos sociais com a situação das Cozinhas Solidárias e reforçou a demanda por políticas públicas que garantam a segurança alimentar da população.

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