Os reféns Eli Sharabi, Or Levy e Ohad Ben Ami, libertados após 491 dias em cativeiro, apresentaram um estado de saúde preocupante. Durante o sequestro, os três homens foram vistos significativamente mais magros e com aparência abatida. O impacto físico e emocional é visível, especialmente em Ohad, que, aos 56 anos, aparenta estar pelo menos uma década mais velho. Sua parente, Michal Cohen, expressou sua tristeza ao vê-lo assim: “É de partir o coração. Não aguento mais, estou realmente assustado.”
Or Levy, de 34 anos, estava no Festival de Música Supernova com sua esposa Eynav quando foi raptado. Eynav foi morta pelo Hamas, e Levy ficou longe de seu filho de dois anos, Almog, que estava sob os cuidados dos avós. Tal Levy, irmão de Or, ficou chocado ao ver as imagens da libertação, mas tem esperança: “Ele está voltando, ele vai se recuperar e vai ficar bem.”
As fotos e vídeos dos reféns sendo forçados a falar em um pódio, cercados por combatentes do Hamas, chocaram a sociedade israelense. O presidente Isaac Herzog descreveu a situação como um “espetáculo cínico e cruel”, e o Fórum das Famílias de Reféns denunciou as “imagens chocantes”.

As condições de saúde dos reféns, exacerbadas pela falta de alimentação e possíveis abusos, levantam questões sobre o tratamento a que foram submetidos durante o cativeiro. A troca de reféns ocorreu em meio a tensões políticas e um clima de incerteza, com a expectativa de que mais reféns sejam libertados em futuras negociações.
A guerra já resultou em 47 mil mortes palestinas, incluindo mulheres e crianças.
Com informações de O Globo






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