Apesar de considerar um gesto patético, PGR não deve pedir prisão de Bolsonaro por se refugiar durante dois dias na Embaixada da Hungria

Devido ao feriadão da Semana Santa, o caso só deverá ser avaliado pela PGR na próxima segunda-feira (1 de abril)

A Procuradoria-Geral da República (PGR) considera patética a iniciativa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) de se refugiar durante dois dias em fevereiro na Embaixada da Hungria, em Brasília, mas não deverá pedir sua prisão por esse motivo. Segundo Miriam Leitão, em O Globo, com base em contato com procuradores, ficou evidente que Bolsonaro temia ser preso, após ter seu passaporte apreendido quatro dias antes pela Polícia Federal.

Devido ao feriadão da Semana Santa, o caso só deverá ser avaliado pela PGR na próxima segunda-feira (1 de abril).

Antes do caso ser revelado pelo jornal norte-americano The New York Times, Bolsonaro pedira ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), permissão para visitar Israel, atendido a convite do primeiro-ministro de extrema direita Benjamin Netanyahu. A chance que já era remota, agora é próxima do inexistente.

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