Apesar de aumento do Bolsa Família concedido por Lula, 6,6 milhões ainda vivem abaixo da linha da pobreza

Entre maio e dezembro de 2023, o número de beneficiários em situação de pobreza diminuiu em 23%, totalizando aproximadamente 8,6 milhões em maio

Apesar do aumento concedido pelo governo Lula ao Bolsa Família, 6,6 milhões de pessoas que recebem o benefício ainda vivem abaixo da linha da pobreza, de acordo com dados do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).

Entre maio e dezembro de 2023, o número de beneficiários em situação de pobreza diminuiu em 23%, totalizando aproximadamente 8,6 milhões em maio. O UOL solicitou ao ministério dados referentes a janeiro a abril para comparações com anos anteriores, mas a pasta informou não ter essas informações disponíveis.

As linhas estabelecidas pelo programa consideram como abaixo da linha da pobreza renda per capita inferior a R$ 218 e de extrema pobreza quando inferior a R$ 109. O ministério afirma que não havia beneficiários do Bolsa Família em situação de extrema pobreza no final do ano passado.

O governo Lula reintegrou o Bolsa Família em março de 2023, encerrando o Auxílio Brasil, criado por Bolsonaro e que substituiu temporariamente o próprio Bolsa Família. A principal alteração no novo programa foi a implementação de benefícios mensais extras conforme o perfil da família, com três categorias distintas:

R$ 150 por criança de 0 a 6 anos.

R$ 50 por dependente de 7 a 17 anos.

R$ 50 por gestante na família.

Para ter direito ao Bolsa Família, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único e possuir renda per capita de até R$ 218, sendo o valor mínimo do benefício de R$ 600.

Com informações do UOL

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