Três Comissões Parlamentares de Inquérito (CPIs) tiveram suas prorrogações aprovadas pela Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), nesta quarta-feira (11/10), por mais 60 dias. Entre elas está a que investiga os serviços delegados do estado e as agências reguladoras. Suas ações, inclusive, contribuíram para a derrubada do então presidente da Agetransp, Murilo Leal.
Na justificativa do texto, o colegiado afirma que a prorrogação se deve à complexidade da matéria e aos vários documentos requisitados que ainda estão sendo recebidos, e que servirão de base na elaboração do relatório final.
Outra comissão que ganhou mais prazo foi a que investiga a prática de reconhecimento fotográfico realizado nas delegacias de polícia. O grupo alegou que ainda precisa ouvir testemunhas, promover diligências e requisitar documentos para a elaboração do relatório final.
A última CPI a ser prorrogada foi a que investiga embarcações que se encontram atracadas, fundeadas, abandonadas ou fora de operação nas baías de Guanabara, Sepetiba e Ilha Grande ou em portos.





