O ex-governador de São Paulo Geral Alckmin (PSB), que teve seu nome oficializado hoje para disputar a Presidência da República como vice na chapa do ex-presidente Lula (PT) já age pela união visando ogoverno de São Paulo e promoveu uma reunião secreta entre os pré-candidatos Fernando Haddad (PT) e Márcio França (PSB).
De acordo com a coluna da jornalista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, o objetivo do encontro foi tentar fechar um acordo “para que França recue e concorde em concorrer ao Senado. Outra ideia em discussão é que os dois permaneçam na disputa, mas ela não tem a simpatia do PSB.
O presidente do PSB Carlos Siqueira tem dito que Haddad é muito rejeitado e pode perder a eleição no 2o. Turno, e insiste em França como candidato.
Neste caso, a união em torno de um candidato único na corrida pelo Palácio dos Bandeirantes estaria alinhada à aliança nacional que foi consolidada com a indicação de Alckmin para ser o vice de Lula.
De acordo com o Datafolha, Haddad lidera as intenções de voto no estado, com 29%, e França registra 20%. Em seguida aparecem o ex-ministro Tarcísio de Freitas (Republicanos), com 10%, e o governador Rodrigo Garcia (PSDB), que disputa a reeleição, com 6%.
Quando França não é apresentado na pesquisa, Haddad tem significativa subida nas intenções de voto para 35%.
O instituto ouviu 1.806 moradores de 62 cidades paulistas entre 5 e 6 de abril. A margem de erro do levantamento, registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número SP-03189/2022, é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.






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