Agentes da PRF que sufocaram Genivaldo Santos com gás lacrimogêneo até a morte serão julgados por júri popular

Os três policiais rodoviários federais acusados pela na morte de Genivaldo Santos, 38 anos, durante uma abordagem em Umbaúba (SE), no dia 25 de maio do ano passado, irão a júri popular.  A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) negou provimento aos recursos da defesa e manteve a decisão de primeira…

Os três policiais rodoviários federais acusados pela na morte de Genivaldo Santos, 38 anos, durante uma abordagem em Umbaúba (SE), no dia 25 de maio do ano passado, irão a júri popular. 

A Quinta Turma do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5) negou provimento aos recursos da defesa e manteve a decisão de primeira instância, que determinou a prisão preventiva de Paulo Rodolpho Lima Nascimento, Kléber Nascimento Freitas e William de Barros Noia.

Acusados de tortura e homicídio triplamente qualificado, os policiais estão presos desde outubro do ano passado. Na ocasião, eles se apresentaram voluntariamente à Polícia Federal.

Genivaldo morreu após ter sido trancado no porta-malas de uma viatura da PRF e submetido à inalação de gás lacrimogêneo. A certidão de óbito apontou asfixia e insuficiência respiratória como causa da morte. Ele ficou 11 minutos e 27 segundos exposto a gases tóxicos, e impedido de sair de uma viatura da Polícia Rodoviária Federal em Sergipe, apenas com as pernas para fora, segundo a perícia feita pela Polícia Federal.


(Com informações do Globo on-line)

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