Agenda econômica e negociações com o Congresso fazem Haddad decidir não comparecer ao Fórum Econômico Mundial em Davos

O Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que será realizado entre os próximos dias 15 e 19 de janeiro, não terá a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro marcou presença no evento de 2023, o primeiro realizado na terceira gestão Lula (PT). No ano passado, a invasão às sedes dos Três Poderes, em 8 de…

O Fórum Econômico Mundial em Davos, na Suíça, que será realizado entre os próximos dias 15 e 19 de janeiro, não terá a presença do ministro da Fazenda, Fernando Haddad. O ministro marcou presença no evento de 2023, o primeiro realizado na terceira gestão Lula (PT).

No ano passado, a invasão às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro, transformou a presença do Brasil em uma das mais aguardadas pela elite política internacional. A comunidade internacional era crítica ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e deposita confiança em Lula no que se refere à pauta ambiental.

Agora, em 2024, Haddad se vê às voltas com a agenda econômica e negociações com o Congresso Nacional. Uma crise contratada na virada do ano envolve a reoneração da folha de pagamentos, em uma queda de braço que coloca a Fazenda de um lado e empresas e sindicatos de outro.

O titular da Fazenda tirou alguns dias de férias no início de janeiro — que ele interrompeu para comparecer ao ato alusivo ao primeiro ano do 8 de Janeiro, em Brasília. O regresso de Haddad está previsto para a próxima segunda-feira (15).

Lula e o vice Geraldo Alckmin (PSB) também decidiram não ir ao evento de Davos pelo segundo ano consecutivo. Outra autoridade que ficará de fora será o presidente do Banco Central (BC), Roberto Campos Neto, que não costuma ir ao fórum.

Com isso, está confirmada até agora apenas a presença do presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luís Roberto Barroso.

Como informou o colunista Igor Gadelha, o magistrado fará duas apresentações no evento, ambas no dia 17 de janeiro. A primeira será sobre importância da Amazônia para a mudança climática no mundo e a segunda será sobre os usos e os riscos da Inteligência Artificial, área cuja regulamentação começou a ser defendida no Brasil recentemente.

Com o tema “Reconstruindo a Confiança”, a 54ª reunião anual do Fórum Econômico Mundial vai receber mais de 100 governos, além das principais organizações internacionais e líderes da sociedade civil, especialistas, representantes de jovens, empreendedores sociais e meios de comunicação.

Com informações do Metrópoles.

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