Para os admiradores dos anos 70, ele não era apenas o maior guitarrista do mundo. Não o chamava, de Eric ou de Clapton. Ele conquistou o direito de ser chamado de “Deus” – apenas isto, sem qualquer explicação.
Pois “Deus” está morrendo, e a sua morte é vexatória.
Segundo o Portal Forum, o mítico guitarrista britânico Eric Clapton, de 76 anos, um dos deuses do Rock’n’Roll, resolveu escrever mais um capítulo vexatório de seu ocaso ao afirmar durante uma entrevista ao canal The Real Music Observer, do YouTube, na última sexta-feira (21), que as vacinas para proteção contra a Covid-19 são não verdade uma ferramenta para “hipnose de formação de massa”.
A declaração ridícula foi apenas mais uma de seu repertório negacionista desde o início da pandemia. Clapton já compôs uma música contra o lockdown e afirmou várias vezes que se recusará a tocar em locais que exijam comprovante de imunização.
“Seja qual for o memorando, não chegou até mim. Então comecei a perceber que havia realmente um memorando, e um cara, Mattias Desmet (um professor de Psicologia da Universidade de Ghent, na Bélgica), falou sobre isso. E é ótimo. A teoria da hipnose de formação de massa. E eu pude ver isso então. Assim que comecei a procurar, vi em todos os lugares… “Então me lembrei de ver pequenas coisas no YouTube que eram como publicidade subliminar. Já estava acontecendo há muito tempo: aquela coisa de ‘você não terá nada e será feliz’. ‘E eu pensei: ‘O que isso significa? E, pouco a pouco, montei uma espécie de quebra-cabeça. E isso me deixou ainda mais resoluto”, disse o lendário músico numa fala confusa e pretensamente mística.
Ele admitiu ao entrevistador que se imunizou com a vacina produzida pela AstraZeneca, mas que isso teria ocorrido porque ele cedeu à forte propaganda da farmacêutica e dos órgãos públicos e de comunicação, mas contou que tão logo fez “descoberta” sobre a “conspiração”, abandonou o esquema vacinal.






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