Em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo (21), o presidente do STF Luiz Fux declarou que ouviu das Forças Armadas, em reuniões com seus integrantes, que os resultados das urnas serão respeitados em outubro.
Próximo a passar a presidência do STF para a ministra Rosa Weber, Fux classificou o 6 de setembro de 2021, véspera do dia da Independência do Brasil, como o dia mais difícil de sua gestão, por causa das manifestações marcadas na capital federal:
“Havia veladamente uma informação de que tentariam chegar perto do Supremo. Um grupo radical falava em invadir o Supremo. Posso diagnosticar este como o momento mais delicado. Tivemos que passar a madrugada acordados e vigilantes para que não houvesse nenhum incidente”.
O presidente do STF alertou que a “História não vai perdoar aqueles que não defendem a democracia”, mas questionado se as críticas de Bolsonaro às urnas poderiam resultar em algum tipo de punição, Fux disse que ainda é cedo para “tipificar uma conduta como crime e julgá-la depois”.






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