A Baía de Guanabara é um dos ecossistemas mais importantes do estado do Rio. Berçário natural de inúmeras espécies, fonte de sustento para milhares de famílias e parte essencial da identidade fluminense, ela também é um dos ambientes que mais sofrem com a quantidade de lixo que chega todos os dias.
Grande parte desses resíduos vem de lugares simples: casas, ruas e hábitos da própria população. Em outros pontos, somam-se problemas como o despejo de esgoto in natura e o abandono de embarcações, que agravam ainda mais o cenário.

“As principais fontes de poluição da Baía de Guanabara são o esgoto doméstico não tratado, que permanece como o vetor de pressão mais impactante. Já os efluentes industriais, que incluem metais, solventes e compostos tóxicos são capazes de se acumular em sedimentos e bioacumular na biota ao longo do tempo”, explica Michelle Passos, professora de Ciências Ambientais da Universidade do Estado do Rio (Uerj).
Nesse contexto, iniciativas lideradas por comunidades tradicionais mostram que a recuperação desse ecossistema não só é possível, como já está em andamento. E são justamente aqueles que dependem da Baía para viver que hoje fazem um trabalho essencial de cuidado e preservação: os pescadores artesanais.
Agenda do Poder conheceu duas ações que atuam diretamente nesse processo: o Projeto Águas da Guanabara e a Operação LimpaOca, do Projeto UÇÁ. O primeiro mobiliza pescadores em mutirões semanais de retirada de lixo; o segundo atua na restauração de áreas de manguezal e na coleta de resíduos.
Ambos atuam durante o período do defeso, quando não se pode pescar. Os trabalhadores recebem uma bolsa-auxílio para atuar na limpeza, garantindo renda e preservação.
Projeto Águas da Guanabara: pescadores na linha de frente da limpeza

O Projeto Águas da Guanabara reúne cerca de duzentos pescadores das colônias Z8 e Z9, representantes de Niterói, na Região Metropolitana, e Magé, na Baixada, em mutirões semanais. O objetivo é simples e gigantesco: remover o lixo que se acumula nos manguezais e compromete a pesca e a vida marinha.
“Eles queriam participar de projetos que não os descaracterizassem como pescadores, trouxessem uma renda extra e que continuassem exercendo as duas coisas. Foi quando a Federação dos Pescadores do Estado do Rio de Janeiro (Feperj) redesenhou a ação, a partir do Baía Limpa”, explica Elaine Cristina Barroso, que coordena a colônia Z9.
Só em um único dia de ação, foram retiradas cerca de cinco toneladas de resíduos. Entre a maioria estão sacolas e garrafas plásticas. Mas há também itens inusitados como sofás, televisões antigas, cadeiras, brinquedos e vibradores. Tem ainda os mais perigosos: facas, seringas e objetos cortantes.
Saulo Couto, que pesca desde os 10 anos, conta que já sofreu vários acidentes justamente por causa do lixo que, muitas vezes, é jogado de forma proposital nas águas.
“Nos manguezais tem de tudo, já encontramos até seringa, prego… Já teve época em que, andando no mangue, quando coloquei a mão para ver se tinha caranguejo, tinha vidro. Cortei o dedo e precisou dar pontos. Tem mangue que só dá para ver lixo, principalmente lixos de casa. Isso prejudica muito os pescadores, é decepcionante. Muitas vezes as pessoas nem imaginam os efeitos que causam no meio ambiente”, desabafa.

O lixo que surpreende os pescadores muitas vezes não vem da Baía, mas de casas que ficam às margens do rio Suruí. Na quarta-feira (19), a reportagem flagrou o acúmulo de sujeira na beira do rio, próximo das residências.
“As pessoas jogam lixo constantemente aqui, não é só o que já está há anos. Muitos não têm consciência. Alguns vivem desse manguezal e, mesmo assim, descartam lixo aqui. E aquilo acaba chegando em um lugar de difícil acesso, sendo identificado só 20 anos depois. Temos coleta seletiva três vezes na semana aqui no bairro de Suruí e continuamos vendo cenas como aquela”, lamenta Elaine.

O sustento que volta para a mesa
O casal José Coelho, 51, e Márcia Cristina, 54, já está acostumado a acordar antes do sol nascer. No trajeto de casa até o barco, que usam como o meio de transporte para conseguir pescar o sustento, uma pausa para o café da manhã reforçado.
“Acordo 3h30, saio para o mangue, lá a gente faz nossa ‘merendinha’ boa. Colocamos os laços de 7h às 11h. Aí fazemos uma pausa para o almoço, voltamos para o mangue de novo e colocamos mais laços. Por volta de 16h a 17h, voltamos para casa. Dependendo da maré, até mais tarde”, descreve Márcia.
Conhecedores das águas salgadas há mais de 30 anos, com o tempo, os dois perceberam a fonte de sustento diminuir e o lixo aumentar. Foi um dos motivos que fez a vida deles se cruzar com a Águas da Guanabara.
“Eu via a poluição e achava horrível. A gente às vezes não tem noção que uma sacola que joga na beira do rio, papel de bala, que isso pode afetar seriamente um peixe, uma tartaruga. Fora que pode se desmanchar, virar microfibra e os peixes comerem. Depois a gente pega esse peixe e come, afetando nossa saúde. Por isso eu sempre quis entrar nesse projeto”, conta a pescadora.

Para participar das ações, a coordenadora da colônia explica o que é necessário: “O pescador tem que estar com seu EPI (equipamento de segurança) todo certinho, ser legalizado na colônia do município dele e a embarcação precisa ter documento legal. Os aposentados podem fazer parte”.
O impacto das ações se traduz na fala de quem vive a Baía de Guanabara todos os dias. Nelson Ferreira, 47 anos, pescador de uma família tradicional da região, resume o que vê na prática.
“Antigamente era bem melhor, de um tempo para cá o lixo atrapalhou muito. Agora conseguimos ver alguns resultados na Baía de Guanabara. Já tirei até geladeira daqui, tiramos muito lixo. Muita gente depende desse lugar limpo, famílias, crianças… Queria que as pessoas que jogam lixo aqui vissem isso”
Nelson Ferreira, pescador
Paraíso em meio ao lixo

É na praia do Remanso que o grupo se reúne para pesar a coleta do dia. O paraíso já foi cenário do seriado Arcanjo Renegado, da Globoplay, e não esconde sua beleza. A recompensa final está em um restaurante do local, onde os pescadores têm o hábito de fazer uma pausa para comer um peixinho frito.
Com todos os materiais recolhidos no trajeto de 2h a 3h, eles começam a comparar o que conseguiram encontrar no dia: o mascote Fuleco de pelúcia, pelo menos oito TVs antigas, um rádio e um banco de plástico cheio de craca, pescado por Denise Couto, 39.

“Geladeira, sofá, fogão, tanquinho… Até caixa d’água eu já encontrei. Então, imagina o espaço que esse lixo toma. Se a gente não tirar, daqui uns dias seria só lixo e nossa fonte de renda ia secar”, conta.
“Se a gente tivesse saneamento já ajudaria em muita coisa. A gente tira o que os olhos veem. E o que a pele sente? E o que prejudica de fato? Isso seria muito importante”
Elaine Barroso, coordenação do projeto
Parte do material tirado das águas é destinado a recicladores que atuam na cidade. A outra é recolhida por agentes da prefeitura.

Operação LimpaOca: restaurar o mangue é restaurar a vida
As forças em prol da despoluição se somam quando falamos também de outro projeto. Entre 2024 e 2025, pescadores e catadores de caranguejo envolvidos na Operação LimpaOca, liderada pela ONG Guardiões do Mar em parceria com a Transpetro, retiraram mais de 60 toneladas de resíduos das baías de Guanabara e Sepetiba.

O trabalho acontece principalmente nos manguezais. Só na chamada ‘Ilha de Lixo’, próximo à APA de Guapimirim, foram removidos quase 43 toneladas de resíduos. A metodologia veio do Projeto UÇÁ, referência nacional em restauração de mangues.
“Essa iniciativa nasceu da ideia de um catador de caranguejo, o Sr. Adílio Campos, em 2000, que me disse algo marcante: ‘Eu criei 11 filhos catando caranguejo, mas hoje não consigo mais viver disso. Onde tem sofá ou pneu no mangue, não tem toca de caranguejo’. Ali eu entendi que o resíduo sólido é uma barreira física para o funcionamento do ecossistema. Desde então, a limpeza dos manguezais se tornou uma ação contínua, envolvendo comunidades e parceiros”, explica Pedro Belga, presidente da ONG Guardiões do Mar.
“Já retiramos de tudo: sofá, cama box, até banheiro químico. E, a cada remoção, devolvemos um pedaço da natureza. Devolvemos vida”
Pedro Belga, ONG Guardiões do Mar
Na região de Suruí, em Magé, a Operação LimpaOca já restaurou 18 hectares de manguezal e plantou 65,5 mil mudas.


A ação alia conservação ambiental, educação e inclusão social, envolvendo diretamente as comunidades tradicionais que vivem da pesca e da caça do caranguejo-uçá.
“Durante o defeso do caranguejo-uçá, esses catadores ficam impossibilitados de exercerem suas atividades. Então, a gente convida todo ano 30 catadores para poder participar dessa atividade. Por meio do pagamento de serviço ambientais, a gente consegue pagar uma bolsa-auxílio para os pescadores”, diz Janaína Oliveira, coordenadora geral do Projeto UÇÁ.
O caranguejo que deu nome ao projeto

O caranguejo-uçá exerce papel essencial na saúde dos manguezais. Ao escavar o solo, para construção de suas tocas ele favorece a entrada oxigênio, e ao se alimentar de folhas e matéria orgânica em decomposição, atua na ciclagem de nutrientes, promovendo um ambiente mais equilibrado e produtivo, conforme explica Janaina.
A redução de sua população pode causar impactos diretos sobre a biodiversidade e sobre a própria pesca local.
“Em uma área tomada por resíduo sólido, não existe toca de caranguejo. A partir do momento que a gente tira esses resíduos, os caranguejos conseguem fazer tocas e continuem seu ciclo de vida. Além de outras árvores de manguezais cresçam também”, detalha.
Por que os manguezais da Baía acumulam tanto lixo?
A professora Michelle aponta que os manguezais da Baía acumulam lixo não apenas por causa da grande quantidade de resíduos que chegam das cidades, mas também por suas características naturais.
“É a combinação entre o aporte contínuo e em larga escala de lixo urbano associado ao saneamento deficiente e à própria natureza físico-química e ecológica desses ambientes, que são ecossistemas de deposição natural caracterizados por hidrodinâmica de baixa energia, elevada taxa de sedimentação e circulação restrita”, detalha. O que faz, segundo a especialista, que funcionem como filtros altamente eficientes para tudo que chega pelos rios urbanizados, galerias pluviais e enxurradas.

Nessas condições, a própria estrutura dos mangues — com raízes aéreas, pneumatóforos e raízes-escora — cria “uma malha tridimensional que aprisiona objetos flutuantes, incluindo plásticos, microplásticos, tecidos, isopor e fragmentos diversos”, reforça a professora.
“As espécies que vivem ali no manguezal, exercem uma influência no ecossistema como um todo. Os caranguejos, por exemplo, fazem a areação do solo e uma série de funções que são importantes. A presença desse lixo prejudica essa fauna, causando uma série de efeitos. A pesca pode diminuir”, complementa o biólogo Abílio Soares, professor da Universidade Federal Fluminense (UFF).
A cachoeira sustentável que nasceu do lixo da Baía
Em Magé, o morador André Marinho de Moraes decidiu mostrar que o lixo retirado da Baía pode ter um destino muito mais nobre. Ele construiu uma cachoeira sustentável de 25 metros, usando 40 toneladas de resíduos reciclados, incluindo 3 mil pneus de caminhão e PETs. Grande parte foi coletada pelos pescadores do Águas de Guanabara.
A água da queda vem de um sistema de captação de chuva, totalmente reaproveitada. O espaço virou não só atração turística, mas também centro de educação ambiental, com trilha, borboletário, oficinas e formação de jovens guias. O projeto já plantou 12 mil mudas nativas.
Existem soluções?
Apesar dos esforços de limpeza conduzidos por pescadores e projetos socioambientais, os estudos científicos mostram que a Baía de Guanabara ainda enfrenta um cenário ambiental complexo.
Para Michelle, os principais indicadores ambientais revelam que a Baía “apresenta melhorias pontuais, porém mantém tendência geral de degradação ou estabilidade em níveis críticos”.
“Nos indicadores de água, parâmetros como oxigênio dissolvido, Demanda Bioquímica de Oxigênio, cargas de nitrogênio e fósforo, coliformes termotolerantes, turbidez, clorofila-a e sólidos suspensos totais revelam que as regiões internas ainda sofrem com eutrofização severa. São baixos níveis de oxigênio, altas cargas orgânicas e persistência de contaminação microbiológica demonstram que o saneamento insuficiente continua sendo uma importante fonte de contaminação”, enumera.
Abílio reforça que o maior desafio atual é a quantidade de resíduos descartados no local: “Ela tem muito lixo flutuante, que em algumas situações se acumulam no fundo. Existe a poluição por microplástico, fruto da degradação do macroplástico do lixo que chega na Baía”.
Ainda assim, o professor acredita que o ecossistema pode se regenerar rapidamente se houver redução consistente na entrada de poluentes.
“Ela ainda tem potencial de recuperação ecológica. A entrada da Baía ainda mostra muita riqueza, muitos organismos e muitos bichos. Se encontra cavalo-marinho, tartarugas… Se houver uma ação efetiva de deixar de poluir, a recuperação vai ser gritante, visível, creio eu, em poucos anos”, diz.
Ações de saneamento
Segundo a Águas do Rio, em quatro anos de atuação a concessionária “recuperou os sistemas herdados, implantou novos sistemas de bombeamento de esgoto e realiza manutenções constantes”. A empresa afirma que, com essas ações, “cerca de 127 milhões de litros de esgoto deixaram de cair na Baía todos os dias, o equivalente a 56 piscinas olímpicas de água contaminada tratadas diariamente”.
Isso representa “46,3 bilhões de poluentes que não são mais despejados naquele ecossistema por ano”, refletindo, segundo a empresa, em “períodos cada vez maiores de balneabilidade” em praias como Flamengo, Glória, Botafogo, Urca e Paquetá.
A concessionária destaca ainda a limpeza completa do Interceptor Oceânico, um túnel de 9 km que capta o esgoto da Zona Sul, onde foram retiradas 3 mil toneladas de resíduos, permitindo que o equipamento voltasse a operar em capacidade plena e reduzisse os recorrentes extravasamentos em praias oceânicas.
Outro ponto citado é a implantação de uma estação elevatória na Praça do Índio e o desvio do Rio Carioca para o interceptor, ações que, segundo a Águas do Rio, fizeram com que 22 milhões de litros de água contaminada com esgoto deixassem de cair na praia do Flamengo todos os dias.
A empresa também afirma ter universalizado a coleta de esgoto em Paquetá, com nova estação de bombeamento e reforma de quatro elevatórias. Segundo a concessionária, 725 milhões de litros de esgoto deixaram de cair no entorno da Ilha todos os anos após as intervenções.
Outras entregas citadas incluem uma nova rede coletora no bairro Mutondo, em São Gonçalo; a primeira etapa do sistema de Coleta em Tempo Seco no Rio Imboaçu, que impediu que 3,5 milhões de litros de água contaminada por dia chegassem à Baía; e obras em Mesquita que impedem o despejo nos rios Dona Eugênia e Sarapuí.
Na Ilha do Governador, a empresa diz ter feito investimentos de R$ 11,4 milhões na ETIG, instalação de coletores em tempo seco e ações de fiscalização que eliminaram 249 ligações clandestinas, permitindo melhora na balneabilidade, com previsão de que praias como Bica, Guanabara e Engenhoca estejam próprias até 2026.
Segundo a Águas do Rio, até 2033 serão investidos R$ 19 bilhões para universalizar o esgotamento sanitário em sua área de atuação — R$ 2,7 bilhões apenas em coletores em tempo seco no entorno da Baía. A empresa também cita obras no Rio Imboaçu, Brandoas e Bomba, além de intervenções futuras em Nilópolis, Nova Iguaçu e na Maré.
Por fim, a concessionária destaca o projeto Mangue Alegria, criado em parceria com o biólogo Mário Moscatelli para restaurar o manguezal no entorno da ETE Alegria, no Caju. O programa prevê a restauração de 46 mil m² de mangue, com remoção de lixo, cercamento e plantio de 13,5 mil mudas”, totalizando “8,2 hectares recuperados e ampliados, área equivalente a oito campos do Maracanã.
Melhora da balneabilidade das praias
O Instituto Estadual do Ambiente (Inea) faz o monitoramento de 119 pontos na Baía de Guanabara, sendo 98 para balneabilidade e 21 pontos no espelho para a verificação da qualidade da água.
Nos últimos anos, o instituto informou que observou uma melhora expressiva da balneabilidade das praias banhadas por essa baía.
“Um estudo realizado pelo Inea, indicou que em 2022 a Praia de Botafogo teve uma redução de 90% de coliformes termotolerantes despejados em suas águas. No ano seguinte, a Praia do Flamengo foi destaque, quando pela primeira vez, alcançou níveis positivos de balneabilidade de forma contínua, ficando 75% própria entre os meses de junho e outubro”, diz a nota.
Com as obras, as praias mais beneficiadas foram: Glória, Flamengo, Botafogo, Icaraí, Flechas e Paquetá.
Porcentagem de balneabilidade própria da Praia do Flamengo:
– em 2023: 38%
– em 2024: 86%
– em 2025 (até 17 de novembro): 89%
Estado amplia ações de restauração e contenção de lixo na Baía
A Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade informou que vai restaurar 19 hectares de manguezais na Rebio de Guaratiba e em Magé, em parceria com o BNDES pelo programa Floresta Viva, dentro do Programa Florestas do Amanhã. A pasta também tem edital aberto para novas ações de recuperação de manguezais em diferentes regiões do estado.
O Governo do Rio destacou ainda a adesão à Global Mangrove Alliance, iniciativa internacional que busca proteger 15 milhões de hectares de manguezais até 2030, beneficiando 18 mil hectares desse ecossistema em 19 municípios fluminenses.
Na Baía de Guanabara, o Estado afirma que atua em várias frentes. Pelo Programa de Saneamento Ambiental (PSAM), cerca de R$ 938 milhões estão sendo investidos em obras de saneamento nos municípios do entorno. Já o Programa Limpa Rio removeu, nos últimos três anos, mais de 4,5 milhões de metros cúbicos de sedimentos de rios e canais que deságuam na Baía.
A fiscalização também foi ampliada: somente em 2024, o Inea aplicou 172 multas ambientais, com apoio de drones e monitoramento por satélite. Além disso, o Estado instalou 17 ecobarreiras em rios estratégicos, estruturas que, segundo a secretaria, podem impedir que 1.200 toneladas de lixo por mês cheguem à Baía; entre 2023 e 2024, elas retiveram em média 27,5 toneladas por dia.


Deixe um comentário