A revista britânica “The Economist” destacou a importância da viagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à China e afirmou que o Brasil está de “de volta à grande liga”.
Ainda segundo a publicação, “Lula chega a Pequim com grandes planos de um ‘clube da paz’”, e “suas ambições devem ser levadas a sério”.
A publicação britânica informa que, ao longo de seus dois primeiros mandatos, Lula “traçou uma diplomacia pragmática e independente, empenhada em perseguir os interesses brasileiros e criar um mundo ‘multipolar’ num momento de hegemonia americana”.
Esta movimentação acabou resultando na criação do grupo dos Brics, que une as maiores economias em desenvolvimento do mundo – Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul.
Ainda segundo a Economist, o Brasil saiu do cenário internacional e acabou se tornando um “pária internacional” durante o mandato de Jair Bolsonaro (PL).
Apesar disso, a revista diz que Lula deve “gastar sua energia em áreas onde o Brasil tem influência, como meio ambiente.
Em um outro texto, a revista britânica observa que “as relações do Brasil com o Ocidente têm limites. Como outros, o Brasil recusou propostas dos EUA e Alemanha para dar equipamentos à Ucrânia.
“A chegada de Lula a Pequim vai ressaltar a importância econômica da China. Além de se proteger entre as superpotências, o Brasil está fazendo suas próprias incursões. Lula visitará em breve a África para reavivar a influência do Brasil”, diz a Economist.





