O velório de Zuenir Ventura será realizado nesta quarta-feira (23), na sede da Academia Brasileira de Letras (ABL), no Centro do Rio de Janeiro. A cerimônia será aberta ao público e ocorrerá das 10h às 14h.
O jornalista e escritor morreu nesta terça-feira (22), aos 95 anos, em decorrência de uma pneumonia. Após o velório, o corpo será levado para o Cemitério São João Batista, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, onde ocorrerá o enterro.
Zuenir Ventura construiu uma carreira de mais de seis décadas no jornalismo brasileiro e ficou conhecido pela cobertura de acontecimentos políticos e sociais, além de perfis de personagens que marcaram diferentes períodos do país.
Zuenir Ventura na Academia Brasileira de Letras
Em 2014, Zuenir Ventura foi eleito para a Academia Brasileira de Letras. Ele ocupou a cadeira que anteriormente pertencia ao escritor Ariano Suassuna.
A trajetória do jornalista também foi marcada pela publicação de livros que abordaram episódios e personagens relevantes da história brasileira. Entre suas obras estão “1968 — O ano que não terminou”, “Cidade partida” e “Chico Mendes — Crime e castigo”.
Obras marcaram o jornalismo brasileiro
Em “1968 — O ano que não terminou”, Zuenir Ventura registrou acontecimentos políticos e sociais relacionados ao período da ditadura militar no Brasil. A obra se tornou uma de suas publicações mais conhecidas.
Já “Cidade partida” abordou a realidade social do Rio de Janeiro, enquanto “Chico Mendes — Crime e castigo” tratou da trajetória e da morte do seringueiro e ativista ambiental Chico Mendes.
A produção jornalística e literária de Zuenir Ventura atravessou diferentes momentos da história brasileira e reuniu reportagens, análises e livros publicados ao longo de décadas de atuação profissional.







Deixe um comentário