Até o momento, Donald Trump venceu em 24 estados, incluindo a Carolina do Norte, que é um estado-chave para a vitória nas eleições. Kamala Harris venceu em 16 estados e no Distrito de Colúmbia.
Trump tem 230 delegados até agora, contra 210 de Kamala Harris – vence quem chegar a 270.
Trump e Kamala também levaram delegados em distritos do Maine e no Nebraska, os dois estados que dividem alguns de seus votos.
Trump venceu em:
- Alabama
- Arkansas
- Carolina do Norte
- Carolina do Sul
- Dakota do Norte
- Dakota do Sul
- Flórida
- Idaho
- Indiana
- Iowa
- Kansas
- Kentucky
- Louisiana
- Mississippi
- Missouri
- Montana
- Nebraska
- Ohio
- Oklahoma
- Tennessee
- Texas
- Utah
- Virgínia Ocidental
- Wyoming
Kamala venceu em:
- Califórnia
- Colorado
- Connecticut
- Delaware
- Distrito de Colúmbia
- Illinois
- Maryland
- Massachusetts
- Nova Jersey
- Nova York
- Novo México
- Oregon
- Rhode Island
- Vermont
- Virgínia
- Washington
Com informações de O Globo
Enquanto a apuração da eleição americana está em andamento nos Estados Unidos, dados atuais coletados pelo jornal New York Times indicam uma tendência favorável ao candidato republicano e ex-presidente Donald Trump no pleito contra sua oponente democrata, a vice-presidente Kamala Harris.
Segundo o jornal, Trump tem 87% de chance de vitória. Apesar dos números, gerados com base em dados de pesquisa e os votos relatados até agora, ainda há um longo caminho pela frente e o próprio jornal não cravou nenhum vencedor claro até o momento.
Segundo a estimativa do NYT para o Colégio Eleitoral até 23h (horário de Brasília), Trump pode conseguir um total de 299 delegados, contra 239 de Kamala. O modelo de contagem do NYT leva em conta os votos contados em cada estado, ajustando suas estimativas em outras áreas com dados demográficos e histórico de votação semelhantes (2020 e 2016).
Pela primeira vez durante a apuração, o jornal considera que Trump provavelmente ganhará a Presidência. Ele tem uma vantagem em três estados-chave essenciais para a vitória democrata: Pensilvânia, Michigan e Wisconsin. Para vencer, Kamala precisaria levar os três. Ainda faltam muitos votos a serem contados, mas até o momento, Trump está à frente por pouco, mas de forma perceptível.
As pesquisas gerais, entretanto, ainda apontam para um empate, dentro da margem de erro, entre os dois candidatos, com uma ligeira vantagem para a democrata no número de delegados. Contudo, o republicano está na frente em estados decisivos como Pensilvânia e Arizona.
Como funciona a eleição americana?
Com um sistema eleitoral diferente do Brasil, em que o presidente é escolhido no Colégio Eleitoral e a apuração dos votos impressos costuma demorar dias antes do resultado final, os Estados Unidos se preparam para ir às urnas nesta terça-feira sem uma previsão exata de quando o futuro ocupante da Casa Branca será conhecido. Além da indicação das pesquisas eleitorais sobre um cenário acirrado — o que pode repercutir em uma demora maior até que um dos candidatos seja confirmado vencedor em um número de estados que o garanta a maioria de 270 delegados —, um outro fator pode contribuir para a oficialização tardar: a contestação da vitória de um candidato pelo rival.
Diferentemente do Brasil, onde os resultados eleitorais são divulgados apenas horas depois do pleito, nos EUA a apuração pode demorar dias. Isso porque a eleição americana é, na prática, um conjunto de eleições estaduais — em que é possível votar no dia da eleição ou, a depender do estado, antecipadamente nas zonas eleitorais ou por correio. Por isso, os americanos acompanham a apuração estado por estado, numa corrida para ver qual dos dois candidatos soma primeiro os 270 votos necessários para vencer no Colégio Eleitoral.
Com informações de O Globo





