Em evento público realizado na Prefeitura de Miami, Flórida, nesta quinta-feira (17), o ex-presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a defender seus apoiadores que invadiram o Capitólio em 6 de janeiro de 2021. Trump, candidato à Presidência pelo Partido Republicano, classificou o episódio como um “dia do amor” e justificou a ação como uma legítima resposta à insatisfação com os resultados das eleições presidenciais.
“Eles não vieram por minha causa. Eles vieram por causa da eleição. Eles achavam que a eleição era uma eleição fraudada e é por isso que eles vieram. Nada de errado foi feito. E uma ação foi tomada. Uma ação forte”, afirmou Trump durante o evento organizado pela rede Univision para o público latino.
Trump também minimizou a violência no dia da invasão, negando que seus apoiadores estivessem armados. “Não havia armas lá. Nós não tínhamos armas. Os outros tinham armas, mas nós não tínhamos armas. E quando eu digo nós, essas são pessoas que andaram por aí — essa foi uma pequena porcentagem do total que ninguém vê e ninguém, ninguém mostra. Mas esse foi um dia de amor”, completou.
Consequências da invasão
A invasão do Capitólio resultou em um saldo de cinco mortes – dois manifestantes e três policiais – e mais de 140 feridos. Além das vidas perdidas, os danos materiais foram estimados em mais de R$ 15,2 milhões, incluindo prejuízos ao edifício e ao terreno do Capitólio, além dos custos para a Polícia do Capitólio.
Com informações do Metrópoles





