A cobertura internacional externa dos ataques à campanha petista já vinha crescendo, com relatos como “Polícia prende homem que jogou explosivo no comício de Lula”, na Bloomberg, e “Ex-presidente passa a usar colete à prova de balas”, do argentino Ambito Financeiro a portais chineses como Sina Finance.
Com o assassinato em Foz do Iguaçu, a Reiters despachou, para ampla reprodução em publicações dos EUA e da Europa, a reportagem “Dirigente de partido no Brasil é morto a tiros em meio a escalada da violência política pré-eleitoral”.
Anota que “é um mau presságio” para a eleição presidencial no país.
Na mesma direção, a agência France Presse despachou, para reprodução em jornais como Le Figaro, que o “Partido de Lula denuncia assassinato de um de seus ativistas”.
Observa que “o presidente de extrema direita Jair Bolsonaro facilitou o acesso a armas desde que chegou ao poder”.
A notícia foi levada à home page de jornais argentinos como Clarín. No La Nación, “Apoiador de Bolsonaro assassina um apoiador de Lula em Foz do Iguaçu”. No Página 12, “Bolsonarista matou a tiros um dirigente do partido de Lula”.
Também no alto do espanhol El País, “Assassinado a tiros um dirigente do PT, pelas mãos de um bolsonarista”.
Informações de Nelson de Sá, na Folha.






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