No fim da noite de domingo (4), o filho ’02’ do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e vereador mais votado do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (PL), voltou a desabafar sobre o episódio em que a Polícia Federal deflagrou uma operação em sua residência, como também no seu gabinete na Câmara do Rio, em janeiro de 2024. Na ocasião, o recordista de votos foi acusado de usar a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) para espionagem ilegal. Carlos usou as suas próprias redes sociais para falar de como aquele dia mudou sua rotina e sua vida.
“Hoje, tento evitar ficar em casa no RJ para não me lembrar e não ter que organizar totalmente as coisas. Ainda não tive meus pertences devolvidos após as apreensões, e muitas coisas continuam fora do lugar… Entrei no quarto de ferramentas, totalmente devastado, cheio de amontoados, e reorganizei muita coisa. Ferramentas que aprendi a gostar com meu avô, que me ensinou muito sobre marcenaria e bugigangas”, escreveu o herdeiro de Bolsonaro.
Nos comentários, o deputado federal e ex-candidato à Prefeitura de Niterói Carlos Jordy (PL), que também foi alvo de operação na PF enquanto dormia com a mulher e a filha, se solidarizou ao correligionário, contando foi impedido de viajar ao exterior, com outros parlamentares, por ainda não terem devolvido passaporte diplomático e itens pessoais como computador e arma registrada, levados por policiais que estiveram na sua casa, na mesma época do ocorrido com o vereador.
“Nem mesmo sair do Brasil para acompanhar outros deputados e denunciar esses absurdos do STF, eu pude ir, pois não tenho meu passaporte”, relatou, terminando com injeção de ânimo de que eles sairão ‘vencedores’.
Além de Jordy, outros bolsonaristas apoiaram o 02 de Bolsonaro pelas redes como o líder do partido na Câmara carioca, Rogério Amorim, e a primeira suplente da bancada do PL, a ex-deputada estadual Alana Passos.





