O corpo do subtenente Anderson Figueira, morto com um tiro no pescoço durante operação no Complexo do Chapadão, foi enterrado nesta terça-feira (2) no Cemitério Jardim da Saudade, em Sulacap, na Zona Oeste do Rio.
A despedida foi marcada por homenagens da corporação. Um helicóptero da Polícia Militar sobrevoou o local em baixa altitude e lançou pétalas brancas sobre o caixão do policial.
Figueira atuava no 41º BPM (Irajá) e foi atingido acima da linha do colete balístico quando sua equipe ficou encurralada na Zona Norte do Rio, nesta segunda-feira (1º). Na tentativa de se proteger, os PMs se abrigaram dentro de uma igreja, cenário que ficou marcado pela violência.
Na corporação desde 2002, o subtenente deixa esposa e três filhos. O Disque Denúncia divulgou um cartaz pedindo informações para a localização dos envolvidos na morte do um policial.
Mortes de policiais em alta no estado
Segundo dados da Polícia Militar, 37 PMs foram mortos em situações violentas no Rio de Janeiro em menos de nove meses de 2025. Do total, sete estavam em serviço no momento do crime.
O governador Cláudio Castro lamentou a morte do subtenente e afirmou que as forças de segurança não recuarão diante da violência.
De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), o número de agentes de segurança mortos tem se mantido alto nos últimos anos:
- 2022: 47 casos
- 2023: 58 casos
- 2024: 54 casos






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