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Sidônio estuda deixar Secom em junho para comandar campanha de Lula

Permanência do chefe da comunicação do Planalto até junho é tratada como estratégica para concluir tarefas e preparar transição na comunicação

O chefe da Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, avalia deixar o governo federal em um momento distinto do previsto para parte da equipe ministerial. Enquanto alguns ministros devem se desincompatibilizar dos cargos já em abril para disputar as eleições, Sidônio considera permanecer no posto até junho, segundo informa a colunista Milena Teixeira, do portal Metrópoles.

A avaliação interna é de que, a partir desse período, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva entraria em uma fase considerada mais estável do ponto de vista político e administrativo, o que abriria espaço para a saída do chefe da Secom sem maiores sobressaltos. A expectativa é de que Sidônio deixe a função para assumir o comando da campanha de reeleição de Lula.

Calendário próprio dentro do governo

A possibilidade de uma saída em junho coloca Sidônio em um cronograma diferente daquele adotado por outros integrantes do primeiro escalão. Parte dos ministros deve deixar o governo ainda em abril, respeitando os prazos de desincompatibilização exigidos pela legislação eleitoral para quem pretende disputar cargos nas eleições.

Outra parcela da equipe, no entanto, tende a permanecer no governo até o fim do mandato. Nesse contexto, a decisão de Sidônio é tratada como estratégica, tanto do ponto de vista da comunicação institucional quanto da organização da campanha presidencial.

Prioridades na Secretaria de Comunicação

A aliados, Sidônio Palmeira tem afirmado que não gostaria de deixar o ministério antes de junho. Segundo relatos, ele considera que ainda precisa concluir funções e tarefas relevantes à frente da Secretaria de Comunicação Social, considerada uma das áreas mais sensíveis do governo.

Atualmente, Sidônio atua como um dos principais conselheiros do Palácio do Planalto. Ele participa de praticamente todas as reuniões consideradas centrais da administração federal, incluindo encontros voltados à gestão de crises, definição de estratégias políticas e preparação de anúncios de programas e ações do governo.

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