Girafas importadas da África do Sul pelo BioParque do Rio continuam num resort de Mangaratiba, na Costa Verde fluminense. Elas deveriam ficar no terreno apenas por um período de quarentena. Mas, em novembro do ano passado, completou um ano da chegada de 18 animais ao Brasil, onde três deles morreram, levando a investigações da Polícia Federal.
Há duas semanas, informou ontem reportagem do Fantástico, a Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público Federal (MPF) sobre o caso. E dois ex-funcionários do BioParque, além de dois servidores públicos, tornaram-se réus no processo.
Cláudio Maas, na época diretor técnico do BioParque, e Manoel Browne, ex-diretor operacional da empresa, respondem por maus-tratos, por dificultar a fiscalização do poder público e pela importação ilegal dos animais. Enquanto Hélio Bustamante, fiscal do Ibama, e Priscila Almeida, técnica do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), são acusados de fornecer informações falsas em relatório ambiental.





