Servidor do Conselho da OAB é preso em flagrante por tráfico de drogas e orgias no seu apartamento em condomínio de luxo em Brasília

No apartamento foram apreendidos frascos de ketamina, comprimidos de drogas sintéticas e um frasco com lidocaína

Um servidor do Conselho Federal da Ordem dos Advogados do Brasil (CFOAB) foi preso em flagrante nesta sexta-feira (19) por tráfico de drogas, em Brasília. O suspeito, de 58 anos, é investigado pela venda de entorpecentes em seu próprio apartamento, um flat de luxo às margens do Lago Paranoá em festas sexuais que ele fazia na própria residência.

De acordo com a Polícia Civil do Distrito Federal, o servidor da CFOAB seria responsável pela venda de cocaína, ecstasy líquido e ketamina — anestésico veterinário utilizado indevidamente.

Além da prisão, os investigadores cumpriram mandado de busca e apreensão no apartamento do servidor. No local foram apreendidos frascos de ketamina, comprimidos de drogas sintéticas e um frasco com lidocaína.

– As investigações também mostraram que o traficante frequentava locais com prostitutas e intermediava a compra de drogas por meio do contato dessas mulheres. Ele também realizava festas sexuais no seu flat, onde compartilhava drogas com os participantes – afirmou o delegado chefe da 5ª Delegacia de Polícia, João Ataliba Neto.

A prisão do servidor ocorreu após investigação da 5ª DP. O trabalho foi iniciado depois que os agentes receberam denúncias anônimas a respeito do suspeito que comercializava drogas ilícitas no próprio apartamento, situado em um condomínio de luxo.

Em nota, o Conselho Federal da OAB informou que soube pela imprensa do caso que “supostamente colaborador da entidade” e “não recebeu qualquer comunicado oficial sobre a prisão”. O comunicado acrescenta que informações foram solicitadas à Polícia Civil “sobre o motivo de o nome do CFOAB ter sido envolvido em episódio que nada tem a ver com a atuação da instituição”.

“Com relação ao suposto funcionário, se os fatos forem confirmados, a OAB abrirá procedimento disciplinar interno que poderá resultar em demissão, após ele ter acesso à ampla defesa e contraditório”, finaliza o texto.

Com informações de O Globo.

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