Sem biometria total, eleições municipais de 2024 já mobilizam TRE do Rio para enfrentar dificuldades logísticas

A um ano das próximas eleições municipais, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador João Ziraldo Maia, detalhou os preparativos para o pleito. Na contagem regressiva para a votação para prefeitos, marcada para 6 de outubro de 2023, Maia aponta como “preocupação primordial” a biometrização, cuja meta ideal já seriam…

A um ano das próximas eleições municipais, o presidente do Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ), desembargador João Ziraldo Maia, detalhou os preparativos para o pleito. Na contagem regressiva para a votação para prefeitos, marcada para 6 de outubro de 2023, Maia aponta como “preocupação primordial” a biometrização, cuja meta ideal já seriam os 100% —algo que, no entanto, ainda não será atingido.

Além da dificuldade para cadastrar as digitais de todos os eleitores, o presidente do TRE-RJ destaca a complexidade na realização do pleito de forma geral, em função da distribuição que é feita no caso das eleições municipais.

A inscrição dos candidatos — em conjunto aos partidos —, a análise das candidaturas, a prestação de contas e a fiscalização são feitas pelos juízes eleitorais, cedidos pela Justiça estadual, e não pelos TREs de maneira concentrada, uma vez que órgão não conta com magistrados próprios:

— As eleições municipais têm um grau de dificuldade maior porque todas as dificuldades que tínhamos na eleição passada eram concentradas, então fazíamos uma ação para todo o estado. Agora, a gente não tem zona eleitoral em todos os municípios. Tem zona que pega mais de um município, os pequenos, principalmente. É uma logística mais complicada, porque vamos estar com tudo dividido.

O início da contagem regressiva de um ano para as disputas municipais contou com a realização de evento com seminários sobre o histórico das eleições no estado, realizado na Biblioteca Nacional. Durante o encontro, Maia lembrou de problemas ocorridos no ano passado, quando os eleitores enfrentaram longas filas em diferentes pontos do estado ao votar.

— Nós já estamos em fase de projetar o que vai acontecer no ano que vem. Nós tivemos alguns probleminhas da última eleição de concentração de eleitores em determinadas seções, principalmente no primeiro turno, por ter maior número de votos: para presidente, governador, senador, deputado federal e estadual. A gente está trabalhando para que não ocorra — assegurou o presidente do TRE-RJ.

 Com informações de O Globo.

Mais recentes

Descubra mais sobre Agenda do Poder

Assine agora mesmo para continuar lendo e ter acesso ao arquivo completo.

Continue reading