Quatro arremetidas em sequência afetam rotina de pousos no Santos Dumont; Infraero confirma pelo menos duas

Ventos fortes causam manobras de segurança em série no aeroporto carioca

Grupo que embarcou em um voo da Latam, proveniente de Congonhas, São Paulo, relatou momentos de grande tensão antes do pouso no Aeroporto Santos Dumont, no Rio. Segundo eles, funcionários teriam brincado dizendo que o piloto foi “ninja” ao conseguir pousar — um elogio bem-humorado em meio à expectativa. A informação é do repórter Lauro Jardim, em O Globo.

Em particular, o voo LATAM LA3914, que partiu de Congonhas, realizou a manobra antes de pousar em segurança no Santos Dumont. Apesar do atraso, a aterrissagem ocorreu sem incidentes, e todos desembarcaram normalmente.

Infraero revela que foram mais de duas arremetidas
Enquanto alguns passageiros mencionaram apenas duas tentativas frustradas de pousdo, a Infraero, responsável pela administração do aeroporto, confirmou que o total foi ainda maior, ultrapassando as quatro arremetidas inicialmente relatadas à coluna de Lauro, mas não deu mais detalhes.

Causa das manobras: ventos fortes
A razão por trás das arremetidas foi atribuída às condições meteorológicas adversas — especificamente, ventos intensos que dificultaram as aproximações estáveis, tornando o procedimento de arremetida necessário. Esse é um protocolo padrão que assegura a integridade da aeronave e dos passageiros.

A arremetida é um procedimento de segurança amplamente utilizado em aviação sempre que a aproximação não está suficientemente estabilizada — como em casos de ventos, visibilidade ruim ou obstáculos. Uma vez realizada, o piloto ganha altitude e se prepara para uma nova tentativa de pouso.

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