Projeto da deputada Dani Cunha (RJ), que altera a Lei da Ficha Limpa, é retirado de pauta no Senado 

O Plenário do Senado acatou ao pedido do relator, senador Weverton (PDT-MA), e retirou o projeto da pauta de votações

O Plenário do Senado Federal decidiu retirar de pauta o projeto de lei que altera as regras da Lei da Ficha Limpa, e define o período máximo de 8 anos de inelegibilidade para condenados pela Justiça. 

Pela proposta, o tempo de afastamento poderá começar a contar a partir da data da eleição da qual ocorreu a prática abusiva, o que abre brecha para reduzir o prazo de inelegibilidade.

A matéria era o primeiro item da pauta de votações desta quarta-feira (9). A retirada de pauta foi solicitada pelo relator da matéria, senador Weverton (PDT-MA). 

Parlamentares da base do governo argumentam que a iniciativa, de autoria da deputada Dani Cunha (União-RJ), filha do ex-deputado Eduardo Cunha, pode ser uma manobra para favorecer o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). 

A discussão no Plenário começou no dia 3 de setembro, mas foi adiada, à época, após pedido tanto de senadores contrários à proposta quanto do relator Weverton. Não há um prazo para que o projeto retorne para a pauta de votações do Plenário do Senado.

O projeto prevê pena máxima de 8 anos de inelegibilidade. Pela proposta, o tempo de afastamento poderá começar a contar a partir da data da eleição da qual ocorreu a prática abusiva.

A discussão no Plenário começou no dia 3 de setembro, mas foi adiada, à época, após pedido tanto de senadores contrários à proposta quanto do relator Weverton. Não há um prazo para que o projeto retorne para a pauta de votações do Plenário do Senado.

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