Previsão do Quaest: coligação de Lula pode ter quase metade do plenário da Câmara dos Deputados

O diretor do instituto Quaest, sociólogo Felipe Nunes, divulgou uma previsão do provável tamanho das bancadas de deputados a Câmara Federal. Acompanhe no twitter dele:  Todo mundo esperando a pesquisa nacional para presidente, mas é hora de falar sobre o Legislativo! Segundo as estimativas da Quaest, a direita tende a encolher, a esquerda deve crescer…

O diretor do instituto Quaest, sociólogo Felipe Nunes, divulgou uma previsão do provável tamanho das bancadas de deputados a Câmara Federal.

Acompanhe no twitter dele: 

Todo mundo esperando a pesquisa nacional para presidente, mas é hora de falar sobre o Legislativo! Segundo as estimativas da Quaest, a direita tende a encolher, a esquerda deve crescer e o centro se manter estável na Câmara dos Deputados.

Os parlamentares de partidos de direita devem recuar de 253 atualmente para 245 (min 215 e max 275), os de esquerda devem passar de 121 para 129 (min 108 e max 150), e os de centro devem seguir com os 139 atuais (min 113 e max 160).

As projeções foram feitas por partido. O PL deve ter a maior bancada (entre 74 e 82 deputados), seguido da federação formada por PT/PCdoB/PV (entre 67 e 75 deputados), e do União Brasil (entre 48 e 58 deputados). A federação PSDB/CIDADANIA é quem pode perder mais deputados.

Os partidos que formam a atual coligação do presidente (PL, PP e Republicanos) ou que tendem a posições próximas a ele (PTB, PSC e Patriota) perderiam 13 vagas, passando de 194 para 181, o equivalente a pouco mais de um terço da Câmara.

Já a coligação do Lula, formada por um número maior de siglas que inclui duas novas federações (PT/PV/PC do B e PSOL/Rede), somada a outras que tendem à sua bancada (PSD, MDB e PDT), se ampliaria de 222 para 234, quase metade do plenário.

Mas como chegamos a esses resultados? Calculamos o IPD (Índice de Popularidade Digital) para todos os 24.500 candidatos a deputado federal com nomes inscritos no TSE. A partir do IPD, calculamos estimativas de voto para cada candidato a partir de nosso algoritmo.

Somamos os votos esperados que foram estimados a partir do IPD por partido e por estado. Em seguida, dividimos a votação das listas partidárias pelo quociente eleitoral de cada unidade da federação e obtivemos o número estimado de cadeiras que cada partido deve conquistar.

Enfim, calculamos o valor médio de cadeiras por partido e computamos um intervalo de confiança para essa estimativa com base em simulações estatísticas (bootstrap). O resultado, é a distribuição média de cadeiras esperada por partido na Câmara, com um z-score de 95%.

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